segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Sophia de Mello Breyner Andresen- Fundo do mar



Fundo do mar
No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.


Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.


Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.


Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.


Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética I
Caminho

Evocação de Sophia

Próxima compra (se o Pai Natal não mo oferecer)


Árvore de Natal # 1

E quando se fala de crise, a árvore de Natal mais cara do Mundo!

Em 2007, o joalheiro de Singapura, soo Kee Jewllery criou esta árvore com 21798 diamantea, totalizando 913 quilates.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Parabéns Dani

Esta lata, em tempos de refrigerante, é agora um instrumento musical. E tudo porque a professora de música da Dani pediu que cada menino fizesse para a aula seguinte dois instrumentos.
A Dani, fez. Este e um outro, que tal como pedido foi entregue. Este não. Guardou-o no fundo da sua mochila e teve vergonha de o entregar.
Não, ele não era assim. Era todo preto, pintado pelo avô na véspera. Estava lindo também, mas no recreio um menino passou-lhe por cima da mochila. A lata ficou amassada com a tinta estalada. Ela ficou triste, teve vergonha e escondeu-o.
A mãe logo tratou de remediar a situação. Pediu ajuda às amigas, que com o pouco que há num escritório que se preste a bricolage, o decoraram com motivos natalícios. Os pinheirinhos taparam as estaladelas e as pintas e os triângulos deram-lhe cor.
Ficou lindo. A Dani gostou e já o entregou.

E hoje a Dani faz 10 anos. A mãe e os avós neste momento estão a fazer-lhe uma grande festa.
Que passes um feliz dia Dani.

O Pai Natal (não) existe!

Dois miudos que não tinham mais que oito anos:
-O Pai Natal vai-me trazer um homem aranha.-diz um todo entusiasmado.
O outro, a sussurrar ao ouvido do outro:
-O Pai Natal não existe!
-Existe sim senhor. Todos os anos aparece lá na sala na noite de Natal.
O outro insiste:
-Não é o Pai Natal! É o teu pai ou o teu tio. Eles vestem a roupa de Pai Natal para entregar as prendas.-insiste o outro, sempre a sussurra.
-Não digas isso. Ele até traz as prendas e tudo!- quase a chorar.
-É o teu pai que compra! Mas tu é que sabes. Se queres viver enganado é contigo, mas um dia vais-me dar razão!

Entretanto o pai de um deles chamou-os e eles foram ao encontro dele.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Noite de Natal

24 de Dezembro de 2050.
Batem à porta do apartamento. Ana ainda ágil nos seus 84 anos vai abrir a porta. É o estafeta do catering que vem entregar o jantar. Paga, manda o rapaz ficar com o troco e despedem-se com um 'Feliz Natal'.
Dirige-se para a cozinha, passando pela sala, onde Filipe vê televisão que pergunta: 'Quem era?'. Ana sem parar responde: 'Quem havia de ser!? Era o rapaz do catering a trazer o jantar. Porquê, estavas à espera de alguém?'
'Não...'-reponde ele com tristeza na voz.
Ana pousa o jantar em cima da mesa da cozinha, desembrulha-o e passa-o para as travessas do serviço da Vista Alegre que coleccionou ao longo da vida. É um serviço muito bonito, o Festa, cujas peças Ana foi comprando aos bocados: no Natal, no seu aniversário e alguns oferecidos pelo pais dela.

Pega nas travessas e leva-as para a mesa, que já está posta com o resto do serviço. A cadela Mia levanta-se de junto de Filipe e com o focinho no ar vai para junto dela. O telefone toca. Ana pousa as travessas e dirige-se para a entrada onde está o telefone, enquanto recomenda a Filipe que tome conta de Mia. Parece não a ouvir. Continua com o olhar fixo na TV. As notícias prendem-no ao écran. Quando regressa à sala, Enquanto manda um berro a Mia, que já estava com as patas em cima da mesa, ainda aos berros diz: 'Caramba és sempre a mesma coisa! Eu não te avisei? Não sabes como ela é?'.
Filipe, que nem se apercebeu do telefone resmunga:'E tu que andas para aí a cirandar? O que foste fazer lá para dentro?'
Furiosa, Ana, que ao fim de mais de quarenta anos de casamento ainda não se habituou a estas ironias de Filipe responde: ' Não ouviste o telefone tocar?'
'Não, se ouvisse, não perguntava o que foste lá dentro fazer! E quem era?'
'Era engano.'-respondeu com tristeza na voz.
'Só podia! Quem nos ia ligar hoje a esta hora?!'-rematou ele.
'Tens razão, quem nos ia ligar? MAs agora vem jantar senão arrefece e aquecido não é tão bom...'
'Ajuda-me Ana. Não vês que eu não posso? És sempre a mesma!'
Ana aproximou-se de Filipe que se apoiou nela para se levantar. ' Tu esqueceste das coisas! Para ti é tudo muito fácil! Parece que estou assim desde ontem!'
De braço dado dirigiram-se para a mesa. Filipe sentou-se no topo da mesa e Ana no lugar à sua direita. A cadela Mia sentou-se entre os dois, sempre com a cauda a abanar.
Enquanto Filipe abria a garrafa do vinho, Ana serviu os dois. Depois de aberta a garrafa e o vinho nos copos, começam a comer.
A televisão continuava ligada e Ana de frente para ela de vez enquanto ia deitando para lá o olho enquanto Filipe com o seu vagar ia comendo a vitela assada que Ana encomendara.

Há muitos anos que as noites de Natal de Ana e Filipe se resumiam aquilo. Enquanto os pais de Ana foram vivos ainda passavam os quatro, mas depois da morte deles a família ficou resumida a eles os dois. Não tiveram filhos e também não tinham sobrinhos. Ambos eram filhos únicos. A família mais próxima que tinham eram uns primos de Ana de quem perderam o rasto quando os pais de Ana morreram.
Estavam sós, um com o outro. Os amigos tinham a vida deles, tinham os filhos deles e os netos. Juntavam-se algumas vezes, mas fora destas épocas em que os amigos consoavam em casa dos filhos e dos netos.
Havia um amigo, o José, amigo de faculdade de Ana e Filipe que vivia no estrangeiro e que passava temporadas com eles. Tinha sido casado, mas cedo se separou. Tal como eles não tinha filhos. Tinha uma irmã com quem passava as consoadas na terra Natal. O José era assim a única família deles.

Acabaram de jantar. Ana levou os pratos e as travessas para a cozinha e pôs na mesa pratos de doce, do serviço Festa da Vista Alegre, também. Começou a rechear a mesa com os doces de Natal. Há muito que já não era ela quem fazia estas coisas. Há muito que optara por encomendar na doçaria do bairro. Para ela e Filipe não se justificava aquelas horas todas na cozinha. Era mais prático assim.
Filipe comeu uma rabanada e Ana uma rodela de abacaxi.
'As rabanadas este ano não estão tão boas!'- observou Filipe.
'Dizes todos os anos o mesmo. As do ano anterior são sempre melhores...'
'Pronto não se pode dizer nada!'-resmungou Filipe.
'O que vai acontecer é que não compro mais. Para o ano se ainda por cá andarmos, não compro nada disso!'-respondeu Ana. E com uma lágrima no canto do olho continuou:'E se não andarmos, ninguém há-de sentir a nossa falta!'
'Lá está a mulher com as lamurias dela! Que queres que te faça? Não perdes uma oportunidade de me vir com essas indirectas!
Ana não respondeu. Há muito que desistira de alimentar conversas sobre determinados temas com Filipe. Ele achava-se sempre dono e senhor da razão e a conversa acabava com ela numa pilha de nervos. ' Vai falando'-pensou ela, enquanto ele falava qualquer coisa que ela já há um bom par de minutos deixara de ouvir. Provavelmente até já tinha mudado de assunto, como era costuma. Ela não queria saber.
Ana estava triste. Nunca gostara desta época. O Natal'Para quê? Para que serve, para que serviu tudo isto?' Sempre vivera presa à doença de Filipe, que sempre a usou para a chantagear. Quando eram novos, dizia que se um dia ela partisse, ele queria ir atrás, pois não ficava aqui a fazer nada.
Levantou-se da mesa, com a desculpa de ir fazer café e foi até à cozinha. Sentou-se numa cadeira , fechou os olhos e viu os pais, os avós, os tios. A casa dos pais, a sua casa e até o cão labrador e a cadela rafeira que tinha tido durante quase quatorze anos.
Estava com o coração apertado, estava longe e as lágrimas escorriam-lhe pela cara abaixo. Sentiu respirar perto de si, depois uma lambidela na cara. Era Mia que tinha vindo atrás dela e a tentava consolar. Abriu os olhos, passou a mão pela cabeças da cadela e disse: 'Obrigada princesa.'
Da sala Filipe gritava:'Então Ana, o café? Que se passa?'
'Não se passa nada. Já vou.'
Levantou-se e depois de fazer mais uma festa a Mia , tirou dois cafés.

Selos de Natal: USA 1963




Issued on November 1, 1963, this second United States Christmas stamp was based on an on-the-spot painting made by artist Lily Spandorf of President John F. Kennedy lighting the National Christmas tree. The National Christmas tree and the White House are depicted. This mint stamp measures 25.5mm x 22mm; the above image is an enlargement.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Uns e Outros

Está a decorrer o jantar de Natal da empresa. Até há dois, três anos fui presenças assídua tanto neste como no de Verão.
E mais, participava na organização, destes jantares que a parti de uma certa altura ficaram famosos em toda a empresa pela animação que os envolvia.
Eram sorteios de prendas, apresentações, prémios... muito divertidos os nossos jantares.
Hoje, com o mesmo empenho com que participava, fico em casa.
A animação continua, mas não compensa o desanimo com que as pessoas vivem o dia-a-dia na empresa.
Recuso-me a ir a um jantar com pessoas para quem nos outros dias somos um número de entre duas mil, onde o respeito é posto de lado, onde andamos constantemente com uma faca encostada às costas e onde temos superiores a alimentarem essa forma de estar constantemente.

Não tenho a capacidade de muitos, de se 'adaptarem' aos momentos e conseguirem estar bem com pessoas que num passado muito recente, no próprio dia até, lhes puxaram o tapete por nada, ou por tudo, por ambição desmedida!

Espero que os meus colegas se estejam a divertir 'à brava´ ! Eu cá prefiro ficar com a imagem dos bons momentos de outros jantares.

Umas fotos de um dos melhores jantares do departamento, organizado pela minha secção. Estas bandoletes deram um efeito fantástico...


Claro que sempre houve falsidade, hipocrisia e cinismo. Sim, eu sei que são palavras muito fortes, mas só palavras fortes conseguem descrever a audácia com que algumas, muitas, pessoas enganam e ludibriam o vizinho do lado, aquele que muitas vezes lhe deu a mão, o ombro para ele trepar.
Mas à medida que o tempo passa, ele torna-se mais escasso e cada vez mais é para não desperdiçar.
Os bons continuam a ser bons e continuam a deixar que os outros sejam o que são e cheguem onde chegam... são as virtudes de uns a alimentar a audácia de outros.
Com esses bons, bem que eu gostaria de continuar a confratenizar. Um dia, quem sabe, quando eles chegarem à mesma conclusão que eu.

Cá eu aproveitei a noite para ir jantar com o L. Foi uma noite que acabpou cedo, pelo menos mais cedo que a dos outros, mas muito boa.

A árvore da Becas


É grande! E está gira!
Bequinhas tiveste cuidado a subir ao escadote, quando puseste a estrelinha, não tiveste? Tu vê lá!

Há alturas em que DETESTO ter RAZÃO.
Era tão melhor não ter!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Dias antes...

Dias antes de nascer, a mamã do João Rodrigo, a minha amiga Bé:



Quarta na Quinta

Adoro fotos de edifícios, das suas portas, das suas janelas e até das fechaduras... há portas com fechaduras que lindas!




E gosto principalmente das fotos da Mariana e adorei este post... a classe com que a Mariana fotografou este edifício...


Quarta saiu na Quinta, numa semana que começou com a sensação que todos os dias eram Sexta!

A Terra tremeu...

Esta noite a terra tremeu em Portugal, dizem as notícias. Sim, porque eu cá não senti nada, na altura. Senti sim de manhã quando acordei, um calafrio, só de pensar que numa situação mais complicada (de maior intensidade), continuarei a dormir e, como às vezes se ouve: 'acordar morta'!
Ainda não percebi se o tremor foi sentido em todo o país ou só na capital. Também se as coisas boas se passam lá, que fiquem com algumas más!

Lembrei-me então de um tremor de terra que houve quando eu era criança.
Passava uns dias em casa dos meus avós e a terra tremeu no Porto. O meu avô com a calma que lhe era característica, me embrulhou, cuidadosamente num cobertor e, tal como ditam as regras, veio comigo ao colo para o quintal. Os meus pais, que do alto do terceiro andar onde morávamos sentira, esses vieram depois de se aperceberem do que se estava a passar resolveram também ir para a rua. A minha Mãe, atrapalhadinha como sempre, veio descalça. Era Fevereiro. E lembro-me porque o meu Pai, e esta é a parte caricata da história, foi para trás para pegar uns chinelos para a minha Mãe!
Claro que foi tudo tão rápido, que ele já não voltou para a rua. Entre descer 56 degraus, subir e voltar a descer, a terra parou de tremer...

Escusado será dizer que no dia seguinte de manhã, a primeira coisa que foi feita foi 'resgatarem-me' de casa dos meus avós! Para berreiro meu!

Este episódio é contado muitas vezes lá em casa.

A Ritinha

A Ritinha.
Como está linda, crescida... e malandreca...




(Foto minha Dec/2009)

Saudades

Saudades de estar em Hildesheim nesta altura do ano.
Saudades do Weihnachten Market ( feira de Natal). Saudades do calor humano que lá se sente, apesar das temperaturas negativas....



(foto recebida de Hi pela minha amiga R, que gosta tanto desta época em Hi quanto eu.)


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Chuva, vento e frio.
Esta noite, acontrário do que é habitual apercebi-me do temporal. O L. tem trabalhado até mais tarde e chegou Às 2 da manhã. Acordei, claro e, o vento era tal que o alrme do carro do vizinho começou a tocar...





Esta foto que um amigo me enviou há uns anos, descreve o tempo que se faz. Apesar do frio, do vento e da chuva, não fico deprimida com isso. Ao ver esta foto também não.

Recordou-me agora o L. que esta foto foi tirada na Áustria e as árvores são cerejeiras.
Já agora mais uma foto do conjunto, onde se vêm as cerejas congeladas...

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eu e (quase) só eu...

Tomei uma decisão, agora e para começar já.
A partir deste momento, todos os meus esforços serão investidos em MIM!
Os outros!? Sim interessam-me. Interessam-me os meus pais, os meus familiares, os meus amigos, MAS, qualquer decisão será tomada PRINCIPALMENTE em função da resposta à pergunta: 'Como é que eu fico no meio disto tudo?'


...Será que vou conseguir?

Carro roubado, procura-se

O carro apareceu, hoje, dia 15/12 na Póvoa de Varzim.
Em nome do dono do carro, um muito obrigada a todo os que se preocuparam em estar atentos.

Para os mais curiosos: o carro estava intacto. Só não tinha a cadeirinha de bebé.

Entretanto o carro está em processo de desinfe(sta)ção.





E ora pois, vai uma pessoa ao Continente fazer as compras de Natal e fica sem ter como as levar para casa... é que quando voltou ao carro, dele tinha o sitio!
Em pleno Sábado à tarde ROUBARAM o carro de um colega de trabalho no parque de estacionamento do Continente de Braga!
Sim, em Braga na cidade, cidade que segundo alguns, essas coisas não acontecem.
Azar só me aconteceu a mim já por duas vezes e agora a este meu colega.

O carro é este, um Honda Civic coupé branco. A matricula é fácil de decorar (44-22-EE) e se por acaso virem o carro, avisem.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Uma vida normal

De uma conversa ocasional entre mim, a minha amiga C. e uma amiga dela, que se 'movimenta' num meio que não o meu nem o da C., fez-nos, a mim e à C. rematar com a frase:' Nós ainda assim temos uma vida muito normal!'
E tudo isto porque falávamos, as três, de nós, mulheres e do quanto às vezes nos esquecíamos de cuidar de nós.
Foi então que a conversa foi parar aos ginásios ( e aqui tanto eu com a C. começamos a ficar boquiabertas) e aos namoricos que por lá graçam.
'Vocês não sabiam?! Há maridos a contratar detectives ou a fazerem esperas nos parques dos ginásios, porque as mulheres em vez de irem para o ginásio, passam para outro carro e saem com outros!'
'Ah!'-eram as nossas palavras, enquanto ela continuava:
'E os escândalos em algumas classes profissionais continuam (ela disse qual). Chegam a alugar quintas para fazerem swing.'
E a cada palavra dela as nossas bocas ficavam cada vez mais paralisadas, abertas.
'E os casos de mulheres que descobrem que os maridos as traem... com outros!'

Bom, ficamos completamente aparvalhadas com estas histórias e, confesso, não fosse ela se mais precisa do que o estou aqui a ser, não acreditava. Para mim isto são histórias das telenovelas dos nossos canais generalistas e nunca realidade.

Contou ainda a história de uma rapariga de 26 anos que se apresentava sempre com roupas de marca e carros de alta cilindrada. Dizia terem sido ofertas do marido. Tudo bem, se o marido não fosse um homem de 60 anos, que também já lhe tinha oferecido um apartamento de luxo e uns poucos de tratamentos estéticos! E também não fosse esse senhor marido de uma pessoa conhecida que não ela!
E o choque final, mesmo para a amiga da C., foi quando questionou a rapariga sobre os sentimentos dela pelo homem, ela se limitou a responder a frio: 'Claro que não gosto, mas nesta idade tenho é que me por bem na vida para depois ter uma vida boa e curtir... é um investimento no meu futuro!

Não fosse este blogue, um blogue onde 'palavrão não entra' e eu teria a palavra certa para classificar a dita!

E agora muita gente achará que estas situações são comuns.
Ok, eu e a C. somos 'troll'.

Mas ainda bem que assim é! Que bom é termos uma vida dita normal...

domingo, 13 de dezembro de 2009

Foi assim que se passou...

E hoje foi uma manhã igual a tantas outras de Domingo, mas sempre diferente.
Depois de ontem um almoço com a minha grande amiga e comadre Celeste, onde pusemos a conversa em dia (as cusquices também, sim senhora, porque não?), hoje almocei com a Joaninha e a Pat.
A Joanimha está cada vez mais engraçada. Está 'no ponto', naquela fase em que as asneiras saem em catadupa e perante as caras dela... os esforço maior é o de segurar o riso!
E já anda! Mais um desafio para a mãe Pat... segurá-la!
Gostei desta manhã.

E agora, depois de o S. Pedro me ter feito a vontade não o vou decepcionar... vou plantar as tulipas.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Boas notícias: Nasceu o João Rodrigo

SMS recebido há minutos:

'Já nasceu o João Rodrigo :) às 03h08, pesa 3400g e mede 49 cm. É mt lindo e sossegadinho.'

Que boa notícia! Que seja muito feliz e tenha muita saúde.

Parabéns aos papás B. e M.

Votem em mim...


E porque é Natal, e porque os meus leitores são meus amigos, vão votar no meu blogue. Vão, não vão?
É fácil: Basta ir ao site da ASUs e votar no 'Desvios'

Eu dou o link: http://www.myeeemylife.com.pt/BlogContestID.php?idBlogger=544

Vá lá, votem.
E já agora, registem os vossos blogues e participem... isto é para todos. Avisem quando estiverem registados... eu também votarei em vocês, claro!

Obrigadinha

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

... e porque é Sexta-Feira

TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF




E eu até queria descansar, plantar ( finalmente) as minhas tulipas e comprar as prendas de Natal...

Pois ou uma coisa ( descansar) ou outra ( comprar as prendas).

Plantar as tulipas será o meio termo... vai ser um descanso saber que estão na terra...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Momento

Há coisas em que acreditamos durante a infância e adolescência por ingenuidade. Durante o início da nossa vida adulta entramos num período de desconfiança, em que já estamos, ou pensamos estar, conscientes da realidade e sabedores da diferença entre o bem e o mal; a verdade e a mentira. Nesta fase tornamo-nos cépticos. Muito difícilmente acreditamos nas coisas e até nas pessoas. É o rescaldo das provações e dos insucessos da infância e adolescência.

Numa outra fase, a da maturidade, em que continuamos a não acreditar mas por uma questão, até de saúde mental, queremos voltar a acreditar e então, tornamo-nos exageradamente optimistas, positivos como nunca fomos!

Eu estou assim. Optimista, crente e acima de tudo a não ( querer) pensar muito no que vai acontecer e como vai acontecer. Sofrer por antecipação há muito que deixou de ser o meu lema de vida.

Se dantes as pessoas tinham de dar provas para serem minhas amigas, agora não dando provas de não o serem ( deixem-me no meu canto) já será suficiente para serem minhas amigas.

MAS, há coisas que não mudam e que se arrastam de um passado não muito remoto mas muito doloroso cuja ferida ainda não cicatrizou.
E é uma ferida muito dolorosa, que quando se toca dói, dói tanto que mesmo sabendo quem a provocou não está bem, não me deixa esquecer, não me deixa curar essa ferida. E também porque essa mesma pessoa, mesmo não estando bem tenta tocar-me na ferida e provocar-me dor, muita dor.
É difícil evitá-lo. Passam-se dias, semanas, até meses que não o consegue, mas quando me apanha num momento de maior distracção ou tolerância, lá vem ela colocar-me o dedo na ferida e a dor é tão grande, tão profunda que vai até ao lugar mais profundo da minha alma, do meu coração...
E eu lembro tudo, fico triste, muito triste, com muita dor dentro de mim.
Noutros tempos, na adolescência, ficaria revoltada, com ódio. Hoje não. Não tenho tempo para me preocupar em ter ódio, revolta... só mesmo pena. Pena porque ela não sabe que o tempo é demasiado precioso e parco para o estarmos a desperdiçar com ódios, vinganças, revoltas, invejas... o tempo não chega para estarmos com as pessoas que amamos e para fazermos as coisas de que gostamos.

Lamento, tenho pena... e ter pena de alguém não é um sentimento muito nobre...

... e isto foi um momento...

É um rapaz

Pois o Tiago vai ter um irmão e vai-se chamar Nuno. Em Maio vamos conhecê-lo.


(foto minha)

Quarta à Quinta


Ai a minha cabeça!

É o que dá haver feriados... os dias perdem-se...


E pronto, de ontem, quarta o blogue que eu mais gostei de visitar durante a última semana.


O da Laurinda Alves, onde ela tem vindo a partilhar as emoções da sua viagem por Laos, Vietnam e Tailândia.


Obrigada Laurinda pela partilha...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Primeiro recebemos a notícia de que ele vêm a caminho. Depois são os SMSs a anunciar o seu nascimento. E ontem foi o baptizado do Miguel. A Mamã R. hoje estava feliz.



terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Foi bom, muito bom mesmo!

Hoje estiveram cá todos, tal como combinado e foi bom, muito bom mesmo.
Foi um verdadeiro dia de Natal, tal como eu queria, aliás queríamos todos. Comemos, bebemos, conversamos, brincamos e rimos, rimos muito. Também houve choraminguices, de adultos e de crianças.
Definitivamente as emoções estiveram ao rubro.

Obrigada à Fátima, ao Fernando, à Sameiro, ao Carlos, ao Marco, à Bela, ao Ricardo, à Ticha, ao Luís, à Paula, ao Vítor, à Sílvia, ao Paulo, à Beta, à Bete, ao Rui, à Ana, ao Teófilo, à Manuela, à Cláudia ( a ordem não conta) e obrigada à vida por me ter oferecido esta Família.

Obrigada a todos por terem vindo e por me oferecerem este dia de Natal antecipado.

Um obrigada do tamanho do Mundo.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

As árvores de Natal

E desde ontem temos cá em casa duas árvores de Natal.
Esta, que agora está em cima de uma mesa. Era preciso espaço e aqui a idiota resolveu colocá-la em cima da mesa.

E a do costume. A vontade e a paciência eram poucas e o resultado foi este:
Aqui ainda faltava colocar a decoração do topo.
... e estava ainda torta. Prometo tirar uma outra foto... amanhã ou depois.

Os meus já estão a caminho...

Os meus postais de Natal já estão a caminho.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Selos de Natal: Gibraltar

Se anos há em que os temas tendem para motivos religiosos, este ano os temas estão mais direccionados para as tradições. O caso dos portugueses que realçam os laços sociais e estes de Gibraltar que nos apresentam cinco lindos selos com motivos de decoração da árvore de natal...






Começou mal o fim-de-semana. O meu telemóvel encontra-se em parte incerta!
A última vez que o vi foi antes de sair de casa, esta manhã.
Só há uma hipótese: estar em casa da minha Mãe, onde estive esta manhã. Poderá ter caído do bolso do casaco... o problema é que os meus pais viajaram e só regressam daqui a dez dias!
E há ainda um outro problema: não sei da chave da casa deles para o poder ir procurar...
Resta-me aguardar pelo regresso deles para saber se o telefone está lá ou não. Se não estiver... já era!

Enquanto a noite não chega


Foto minha
Braga, Dezembro 2009
Desta vez, faço parte dos sortudos que fazem ponte.
Quatro dias de muita agitação me esperam, mas vai ser uma agitação saudável, rodeada de muitos amigos e muita alegria.

E começa já amanhã, aliás hoje: jantar com amigos em Guimarães...
Vão ser quatro dias de cansaço descansado...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Selos de Natal: Alemanha 2009

The special stamps in the series "Christmas" appear with surcharges for the "Federal Association of Voluntary Welfare Services". The Christmas of 2009 motifs show representations of the Nativity and the Adoration of the Magi from one of the finest late medieval manuscripts. The so-called Hoya-missal, a magnificent Gothic Missal, with 56 initials and a rich picture and initial Randornamentik, is one of the masterpieces of the golden age of Holland illumination. It is stylistically the manuscripts from the school of "Master of the Zweder van Culemborg attributed and dated 1420/30. The Hoya-missal is named after its first owner Johann von Hoya, Prince-Bishop of Osnabruck and Munster.
The stamp is 45 cents + 20 shows an initial Adoration of the Magi. Links Mary sits with the child on her lap. Both are equipped with Nimbus, the infant Jesus with a cross nimbus. Left in the background Joseph is recognized. The right side of the initial take on the Magi.

Stamps per 0,45 € surcharge of 0.20 € in the 10-sheets, suitable for domestic postage on postcards. Size of individual mark: 46 x 27.32 mm.

Eu gosto muito de vocês...

Escrevi um longo post sobre um assunto, mas apaguei-o.

Re-escrevi-o só assim:

Gosto muito de vocês, meus Leitores.
Gosto porque vocês não se interessam se eu sou gorda, magra, alta, baixa, preta, branca, velha, nova.
Se tenho olhos azuis, castanhos ou verdes. Se uso o cabelo curto, comprido, apanhado, solto.

Para vocês importam as minhas palavras e isso para mim tem muito valor.

Gosto muito de vocês, meus Leitores.

Um abraço do tamanho do mundo para vocês.
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF



4 dias off!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Selos de Natal: Eslovénia



Uma quadra muito importante para este país, em que dedicam especial atenção às crianças e ao seu bem estar.
Este ano quiseram 'dar um ar' de postal de boas festas aos selos, para que a mensagem seja recebida na sua pleinitude.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Pois e o Natal aproxima-se.
Cá por baixo, pela zona da garagem e do salão anda um reboliço que eu há muito já não via. Os meus donos têm cá passado muito tempo a limpar isto. Parece que no dia 8 vai haver um almoço. E olhem que é muita gente, aí umas 30 pessoas!
A minha dona é assim meio louca. Tem a mania que os jantares em casa são mais familiares e as pessoas convivem melhor e então decidiu chamar os amigos para cá para casa.
O meu dono alinha com ela, mas resmunga muito e nunca está de acordo com o que ela diz ou sugere. Até em relação a mim e à Tigra. Ela quer-nos sempre com ela. Ele se quer estar lá no computador sentado no chão , já não podemos entrar... enfim.
E toda esta azáfama já começou no fim-de-semana. A minha dona depois de estar a tarde toda a passar a ferro. Ela foi uma querida. Acendeu a lareira, pôs a nossa manta no chão e nós passámos a tarde ali no bem bom.
Mas como ia dizendo, depois de passar a ferro a minha dona resolveu fazer a árvore de Natal e afastar tudo.
Ainda se pós a brincar comigo e com a Tigra e pôs-nos na cabeça as orelhas do Rudolfo! Não achei piada nenhuma! Eu que nem uso coleira com aquela coisa no meu pescocinho a fazer barulho! Ela às vezes também não as pensa! E o pior é que achou muita graça!

Percebi no dia seguinte que era para as senhoras que vêm cá todas as semana, limparem. Ontem os meus donos andaram a armar a mesa do jardim no salão. A minha dona, tadita, ficou desiludida porque a mesa, apesar de grande, não dá para o que ela quer. Mas ela já anda a magicar a solução e o meu dono a resmungar, claro!
Ouvia comentar com ele o que vai ser o almoço, mas não digo porque ela pode ficar chateada comigo. Se bem que ela já está meio danada porque eu nos dias em que durmo em frente à lareira, depois choro a noite toda. E ando à chuva feito tolo! Que querem, dá-me para isto. E lá vem ela a meio da noite acalmar-me. às vezes dá-me pão, outras, quando está mais zangada mostras-me a vassoura e aí eu fico em sentido e resolvo calar-me um bom par de horas!
Ainda há pouco, lá andou ela à chuva a lavar-nos a casota, o pátio e as patinhas. Eu como agradecimento fiz xixi na nossa manta! Pronto, ficou zangada e pôs-nos cá fora, sem comer e foi por a manta na máquina. O pior é que ela disse que enquanto a manta não secasse nós não íamos para dentro! Com este tempo, só lá para o fim-de-semana é que o raio da manta está seca! O que eu fui fazer! E olhem que ficou mesmo zangada!
Eu às vezes sou um bocadinho ingrato. Afinal ela é tão nossa amiga. É quem nos faz mais mimos e nós somos assim!
Bom, agora vou acabar de roer o meu ossinho. Sim porque entretanto o nosso dono deu-nos comida e ela quando veio por a manta a secar deu-nos um osso a cada um. Deve haver comida nova. Ela traz-nos sempre um osso quando vai comprar...

Selos e Vinhetas de Natal

Das Ilhas Faroé vinhetas de 1994, com desenho de Óli Petersen, apresentam motivos de Natal, sobre o mapa do arquipélago.







Mais sobre os selos deste país no Faroe Stamps.

Quarta ao meio: ParaSImPATTIas

E hoje, é mesmo a meias, pois são dois posts.

Parasimpattias é o titulo de uma parceria entre a Si e a Patti .

Duas visões fantásticas sobre o mesmo tema. O desta semana é: um objecto assiste, desde o início do casamento, à vida conjugal de um casal.

Vejam o que dizem a almofada da Si e o dalmata de louça da Patti. Vale mesmo a pena ler.

Eu adorei, ou não teria referenciado aqui...

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Selos de Natal


Vou começar pelo fim e cá por dentro, ou seja, pelos selos de Natal de 2009 emitidos pelos CTT.

Da página dos CTT: A presente emissão destina-se a assinalar a quadra natalícia de 2009, proporcionando maior personalização às mensagens de «boas-festas» que as famílias e as organizações costumam trocar por alturas do Natal. Ao longo das últimas décadas, a Filatelia portuguesa propôs diferentes visualizações deste tema, inspiradas sobretudo em tesouros do património artístico nacional – pintura e iluminura, escultura e cerâmica, vitral e azulejo. Desta vez, a evocação do Natal surge-nos numa original criação de design gráfico. Coloridos e festivos, estes selos apontam para um aprofundamento dos laços sociais, ao glosarem a tradição da troca de presentes. Entrar pelas casas adentro, de «embalagem solidária» na mão, pode fazer recordar a grande campanha de 2009 dos Correios portugueses – a do transporte gratuito de donativos em espécie para instituições de solidariedade –, um «projecto de luta contra a pobreza e a exclusão», no quadro da política de responsabilidade social da empresa. Usar selos de Natal para personalizar o envio de boas-festas pelo correio, mesmo em época de comunicação electrónica instantânea, faz certamente recordar ao destinatário a muito especial consideração do emissor. Os selos promovem, assim, o desejado espírito natalício.












Design: João Machado
Papel:
102g
/ m2

Formato Selos: 30,6 x 40 mm
Picotagem: 13 x Cruz de CristoImpressão: offset
Impressor: Ca
rtor

1 de Dezembro, ainda


A SIDA existe e pode ser para qualquer um de nós, basta esquecermo-nos que ela existe.

Um gesto, pode fazer a diferença.

Vamos lembrar-nos dela sempre, que seja pela coragem de todos os portadores, corajosos, que dão a cara, em sinal de alerta.

Obrigada a essas pessoas.

1 de Dezembro

1 de Dezembro é o dia nacional do selo.
Em Braga todos os dias 1 de Dezembro o Núcleo Filatélico da Cidade realiza uma mostra filatélica, na Casa dos Crivos.

Durante a mostra, em parceria com os CTT de Braga, é disponibilizado o carimbo comemorativo alusivo ao tema da mostra.
Por norma o carimbo é alusivo a um monumento ou instituição da cidade. O deste ano é a Basilica dos Congregados.



E porque Natal, acima de tudo é ( deveria ser, pelo menos), sinónimo de fraternidade, amizade, amor, troca de afectos; durante muitos anos, a única forma de comunicar, de trocar mensagens era a escrita, que era levada por mensageiros que vieram a dar origem aos correios.

O correio está assim directamente e naturalmente ligado ao Natal, e a filatelia ao longo da sua existência de mais de 150 anos, tem sempre brindado esta quadra com peças lindíssimas, que infelizmente passam despercebidas aos olhos de muitos.

E em alguns países, como é o caso de Portugal, até na cor... vermelho é a cor dominante do NAtal e a cor dos CTT...

Algumas dessas peças serão presenteadas aos visitantes deste blogue até ao dia 25.

Prometido é devid(r)o

E aqui estão as prometidas fotos:

A da pizza, tão saborosa como tosca...




A árvore, só armada, ainda...



Já decorada. Este ano fui quase normal na decoração, excepto na fita que...




...é muito fina, de tule, da que se compra nas retrosarias...



... e pus algumas também no topo. A pintura fui eu, mas em anos anteriores...


... mania de ser diferente!
E amanhã, aliás hoje vou fazer o grande. Esta é pequena e só fiz por causa do dia 8...
Fotos minhas (Nov 2009)