quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Dia difícil, o de hoje


Oito horas de formação, oito horas dentro de uma sala, oito horas a be-nu-ron.
E amanhã mais do mesmo. A parte boa é que é sexta-feira e o último dia da formação. A má, para além de ter que levar comigo a minha constipação a querer mutar para gripe, não tirei o proveito necessário da formação. E ainda pior, espera-me um exame de quatro horas, em inglês, de perguntas múltiplas, algures...
Mas isso é só depois. Agora tenho de me livrar desta maleita, que vai acabar numa semana de tosse, certinho!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Aterrei


Arrrrepiiiiiossss.
Febre?
Como se não bastasse a vesícula... agora a garganta.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Esta maldita ( de um dia ainda) constipação vai-me acabar com o nariz!

Do Bono

Olá tio Alberto.
Então está doentinho? A minha dona disse-mo ontem.
Pois há uns dias que ando para lhe escrever, mas tenho andado muito rabujento e mimalho.
Tem chovido estado muito vento por aqui e eu então decidi chorar noites seguidas. A minha dona fica zangada comigo porque ela tem que ir trabalhar e eu durmo o dia inteiro.
Uma noite destas ela ficou tão zangada comigo que se levantou a meio da noite e deu-me um 'correctivo'. Bem, eu não vou dizer o que é. Tenho vergonha de o dizer. Ainda por cima na frente da Tigra, em parte culpada desta humilhação. É que eu às vezes ladrava porque ela não me deixava deitar no tapete.
Havia noites em que eu ficava, ficaria, [não fosse ter um pelo à prova de água,] ensopado da cabeça aos pés!
Agora já estou mais calminho e educadinho. Basta a minha dona dizer 'não' e eu calo-me logo. Pudera, basta lembrar-me!
Mas sabe tio, a minha dona também anda a modos que adoentada. Ouvi-a dizer ao meu dono, esta manhã que ia ao médico.
Diz que anda enjoada e com vómitos e a ajudar esta manhã acordou com dores de garganta e constipada.
Ela tem de ter algum cuidado pois a avó dela tinha muitos problemas de vesícula. Mas ela é assim! Diz que não foi disso que a avó morreu, por isso...
O meu dono, esse mal o vejo. Tem trabalhado imenso. Houve uns fins-de-semana que trabalhou sábados e domingo! É louco... vai ganhar uma medalha!

Mas eu estou a escrever-lhe para falar de mim e não dos meus donos.
Este Natal eles, como vem sendo hábito, ofereceram-me a mim e à Tigra um osso. Foi uma festa. Fizemos directa a comê-los. Era enorrrme e bommm!

Bem, tio, já nem vale a pena dizer-lhe que temos saudades suas e que aguardamos ansiosamente pela sua visita. Esteja descansado que eu já estou mais calmo e não dou aqueles salto marados contar as pessoas. Contudo é sempre bom ter cuidado.

Uma lambidela daqui para o Funchal com votos de melhoras.
Bono

P.S. A Tigra está também a mandar lambidelas. ( se eu não dizia resmungava comigo o resto do dia...)

O Gato do senhor Varela

Vive numa casa grande no meio do monte, mas perto da cidade. Nem é muito perto, dez quilómetros. É relativo, diria um amigo meu.
A casa é grande, muito grande. Para além dos dois andares, o da cozinha e o dos quartos, tem uma cave, e um sótão.
O sótão é o quarto dele. É todo dele, ou antes, quase todo, pois tem de o partilhar com o gato... diz ele.
É um gato. sei que é um gato, o gato do senhor Varela. Não sei se é preto, se é branco, pardo ou se tem muitas cores. Muitas cores não poderá ter, senão é gata. Isto é o que dizem os antigos, que os gatos têm no máximo três cores, as gatas é que podem ter muitas. Não sei se e assim ou não, mas supondo que sim e sendo um gato, só pode ter três cores, no máximo. Até pode ser todo preto, todo branco... e aí só tem uma cor. Pode ser preto e branco, e aí terá duas. E se for pardo? Sim há gatos pardos. Não são só as gatas. O Piruças, o gato a quem em miúda cortei os bigodes e uma (ponta da) orelha, era pardo, em tons de cinza. A ser verdadeira a teoria dos antigos, pardo será uma só cor.

E voltando ao gato do Sr. Varela. Sim, o dono do gato que mora, aliás que partilha o sótão, com o gato, que não tem nome, é Varela. Eu disse que o gato não tem nome, mas até pode ter, eu é que não sei.

Voltando novamente ao gato, que eu não sei o nome, e que é do senhor Varela; ele, o gato e o senhor Varela, partilham o sótão.
No sótão, existe uma cama e uma mesinha de cabeceira. Não sei se tem mais alguma coisa, um tapete, cortinas, candeeiros... uma cadeira. Não é relevante para esta história.
Importante mesmo são o senhor Varela e o gato. A cama e a mesinha de cabeceira também são.

O resto não tem influência na história. Há outra coisa importante também para a história: o senhor Varela tem um telemóvel, aliás tem dois, mas só um importa para a história. O outro não o guarda na gaveta da mesinha de cabeceira. Anda sempre com ele no bolso do casaco. A ficar na mesinha de cabeceira fica em cima dela. Mas é raro, não vá o gato deitá-lo ao chão. E este telemóvel, ao contrário do outro, o que fica na gaveta, é um topo de gama. Foi caro. E não foi tão caro porque foi comprado na candonga. Outra história, que também não interessa nada para esta.

Quando está calor. Só no Verão. E aí faz muito calor no sótão, mas só quando está calor. É que o sótão não tem ar condicionado. E continuando, no Verão o senhor Varela acorda com o gato sentado em cima da mesinha de cabeceira. No Inverno, o senhor Varela, que é careca. Esta parte é importante para a história e eu já me esquecia de a referir. O senhor Varela é careca e míope. Não não é tanto como o mister Magoo, mas é míope e como tal usa uns óculos tipo fundo de garrafa. Muito importante a miopia do senhor Varela, e eu que já me ia esquecendo.

E é importante porque, toda esta história foi só para dizer que o senhor Varela guarda o telemóvel na gaveta da mesinha de cabeceira, que quando acorda de manhã, o gato está sentado em cima da mesinha com o rabo enrolado nas patas e que, o senhor Varela, como é míope, vê o gato a tremer em cima da mesinha de cabeceira. Umas vezes mais que as outras. Depende de se o telemóvel está a vibrar ou não dentro da gaveta.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Mais do mesmo...

E voltamos a ter mais do mesmo.
Os do costume a trabalharem, os do costume a fazerem cera, os do costume a jogarem ao hipócrita, os do costume a fazerem o do costume.

Nada de novo.
Como se a passagem das 11h59m59s para 00h00m fizesse diferenças só porque assinala a passagem de 2009 para 2010!

domingo, 3 de janeiro de 2010

Leitura de Mesinha de Cabeceira

Nos próximos tempos vamos ser inseparáveis.
Ler pelo menos 3 vezes e fazer uma bateria de exercícios de escolha múltipla...
... tem que ser e o que tem que ser tem muita força!!!!!!!!!

Amigos

EStou muito orgulhosa dos meus AMIGOS. Depois de todas as tempestades por que passaram, estão a dar a volta por cima.
Não sei se teria a CORAGEM deles. Infelizmente um dia, e seguindo as leis da natureza, serei posta à prova e só aí saberei.
Que demore muito esse momento a chegar e entretanto, um grande BEIJO para os meus amigos.

Eles sabem que é deles que falo e por isso irão perceber a mensagem.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Cholagutt

Detesto ter de tomar medicamentos. Não é que tenha qualquer problema em ingeri-los, mas fico sempre a pensar se não fará mal a outras coisas. Manias.
E esta manhã fui à farmácia e lá disse ao senhor que estava muito enjoada, com diarreia e com dores de cabeça. A resposta foi:' Ai os abusos das festas'.
'O pior é que nem foi isso. Antes fosse, que assim estava consolada! Fiquei assim antes da passagem de ano!'

'Ah, então foi qualquer coisa que lhe fez mesmo mal e atacou o fígado e a vesícula. Um momento.'
E momentos depois voltou com uma embalagem e disse: 'Vai tomar 15 gotas 30 minutos antes de cada refeição, durante cinco dias.'
E pronto, lá tenho eu de tomar 15 gotas de uma coisa que tem alcachofra, alfazema e não sei bem mais o quê. Nunca tal medicamento tinha visto na minha vida. Também não admira, o Actifed, que toda a gente conhece, só soube da sua existência há cerca de seis anos e umas bombas que pelos vistos fazem bem a muita coisa, chamadas Jabasolide, conheço há cerca de dois anos. Até o Be-nu-ron, faz parte dos meu rol há meia dúzia de anos. A 'cultura' medicamentosa é muito parca. Até há bem pouco tempo era aspirina e pouco mais...
Ah, as ditas gotas, que sabem mal, mas mesmo mal, chamam-se Cholagutt A. Será que há um B pior e um C ainda pior e um D...?

Adenda: Alberto, eu sei que você é meu amigo, escusava de ficar também doente para o provar...
As melhoras Amigo.

Encontrei...


Esta tarde encontrei, de entre as dezenas de álbuns de fotografias, a foto do caixote.
Aqui está ele todo decorado a preceito.

Esta foto é do Natal de 1997... hoje teria de arranjar o caixote de outra coisa que não a TV para fazer de mesa.
Já agora a árvore desse ano...

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Hoje acordei mal, muito mal. Com dores de cabeça, coisa rara em mim, náuseas e vómitos.
O dia foi passado a chá e torradas.
Doces só de pensar neles, fico com vontade de chamar o 'gregório'...
Belo começo. Mas não há-de ser nada, nada que uns chás e umas sopas não resolvam. Pelo meio umas aspirinas para aliviar a dor de cabeça [eu raramente tenho deres de cabeça!!!] e amanhã volto em grande.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Em 2010 façam o favor de serem FELIZES.

Até 2010.

Sim, 2009 foi mau, para mim. Fizeram-me muitas maldades. As pessoas, sim muitas pessoas e as que mais perto de mim estiveram!
Muitas vezes agi como se não percebesse, como se não visse, mas há limites.
Trabalhei que nem uma louca, mas a fazer o que gosto e com gosto. Os resultados foram bons, excelentes em alguns casos. Ironicamente o reconhecimento passou ao lado. De longe, veio reconhecimento, muito e de pessoas de quem não se esperava. Mas de perto, nada! Ficaria aqui a falar sobre o assunto até ao próximo ano, mas não quero 'levar' para 2010 NADA de 2009.
Fui maltratada, muito maltratada. Ouvi e vi coisas que nunca pensei que pudessem sair de outro sítio que não da ficção.
E o grande motivo do fracasso de 2009 prende-se só e unicamente com isto: 'Ter razão antes do tempo, é não a ter!'

Volto já, com uma dose de optimismo e de alegria para vos oferecer para 2010...

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2010

Sei que me estou a tornar repetitiva, mas para quê fazer balanços?
Passado, como diz um amigo meu, já era. Foi bom? Então é para guardar e ir recordando. Foi mau? Para quê recordar? Não chegaram as 'dores' do momento? E essas tivemos mesmo de as passar. Agora é masoquismo!

O futuro pertence a 2010 e é nesse que nos devemos focar e porque não olhar em frente e pensar nas coisas boas que temos pela frente?

Deixem para lá o 2009!

E o que nos espera 2010?
Atenção isto não tem nada a ver com astrologia, mas sim com os frutos do que está semeado!

2009

E já é passado. Aquela euforia da compra das prendas, do preparar da consoada, é passado.
Logo no da seguinte a preocupação passou a ser arrumar as coisas, trocar as prendas e logo logo as atenções ficaram viradas para os saldos.
As notícias puseram-nos em alerta com o mau tempo que insiste em não ir embora. É que estamos com o pack completo: frio, chuva, vento e ontem tivemos trovoada. Era mesmo só o que faltava!
E amanhã temos o último dia de 2009.
E é só mais uma noite, quase igual às outras!

Vai-te embora 2009. Não deixas saudades NENHUMAS!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009



Fosse eu pessoa de fazer balanços de fim-de-ano e 2009 ficava [vai ficar!], como o ano das Chegadas e Partidas.

Muitos chegaram e muitos partiram... ontem mais alguém partiu.


Amiga, outra vez, NÃO!!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, 27 de dezembro de 2009

24 de Dezembro

Do almoço com os compadres e afilhado na Adega Malhoa, onde se comeu ( eu não!) um 'pica no chão' ( arroz de cabidela) e uns deliciosos bifinhos com cogumelos.


Pena foi num lugar como aquele, uma tasquinha, sem janelas e com um pé-direito baixíssimo permitirem que se fume!
percebemos no final do almoço, quando as pessoas da mesa vizinha à nossa puxaram do cigarro. Da nossa parte resolveu-se bem. Não pedimos sobremesa nem café e saímos dali o mais rápido que pudemos, com a promessa de não voltar lá nos próximos tempo, para pena nossa. É que a cozinha é mesmo boa.
O café foi tomado na Brasileira onde a Becas se encontrou connosco e ainda passámos um bom bocado, com o Tiago a desejar uma bola de berlim, que comeu como se já não comesse há uns poucos de dias. Como diria a Becas 'bolas de berlim dadas pelas madrinhas são melhores'.
Trocamos lá as prendas. Foi muito divertido. O café estava cheio, mas nós estávamos como só lá nós estivéssemos. Os outros não contavam e então para o Tiago muito menos, quando abriu as prendas com a mesma vontade e mesmo à-vontade como se em casa estivesse.
Gostou. As crianças não enganam. Ou gostam ou não gostam!

As outras prendas, foram prendas trocadas. Todos gostamos das prendas que recebemos. Vá lá que ninguém recebeu prendas assim mais intimas, tipo lingerie, ou uma safadeza. [Tinha sido o mesmo!]
E dali fomos cada um para seu lado, que é como quem diz sua casa. Ainda havia doces para fazer. Natal sem aletria e sem rabanadas não vale!

E foi a parte boa da véspera de Natal. Foi a prova que mesmo quando o cenário é escuro, há sempre uma frincha por onde entra uma luz que nos dá algum ânimo.


Garanto que este sorriso fez com que a noite fosse mais fácil de passar.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Aeroporto de Lisboa... com atraso

E depois de andar há dois dias, pelo menos, a correr a net, este jornal lembrou-se de fazer disto notícia! Falta de imaginação associada a sentido de oportunidade!
Será alguma indirecta à TAP? Sim fama de atrasar voos tem ela... e a notícia vem com algum atraso!



sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Baby Boom

Ainda há quem diga que a taxa de natalidade está a baixar. Não deve ser entre as pessoas com quem me relaciono. Só desde Julho do ano passado, e correndo o risco de me esquecer de alguém:
Em Julho de 2008 nasceu a Ritinha V. .Sim porque vem em Março do próximo ano vamos ter outra Ritinha, a Ritinha R. Em Outubro de 2008 nasceu a Joaninha e já em 2009, em Março, o Miguel. Antes em Janeiro nasceu o Dinís, que agora parece que se escreve assim (Dinís). O meu primo ainda é Diniz e eu estava habituada a escrever desta maneira... Mas pronto foi um aparte. A Bruna, morenaça, nasceu em Outubro, a 10 e o João Rodrigo no passado dia 12 de Dezembro.
E já me ia esquecendo dos gémeos Ari e Gil, iguaizinhos que são, que nasceram em Setembro de 2008.
ainda a notícia da chegada do Nuno para Maio de 2010 e chegada da Russia uma mensagem no Facebook noticia o nascimento do Filipe, que segundo o pai só dorme e suja roupa.
Isto para não falar de pessoas com quem estou todos os dias, os meu colegas de trabalho que também foram muito produtivos: O Martim nasceu em Abril, o Tomás em Maio e para Abril de 2010 há uma Ana Margarida... ah e em Janeiro ainda vai haver uma Luísa!

E assim por alto passa a dúzia e de certeza que me esqueci de algum ou alguns, mesmo!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

TGiC

Pois, para muitos será TGiC ( Thanks God it's Christmas). Para mim será: OGiC ( Oh God it's Christmas)!
Já comprei as prendas todas, contrariada. Não que vá chorar as prendas, porque as escolhi com o mesmo carinho com que escolho as prendas que ofereço ao longo do ano; mas não acho piada nenhuma a esta 'obrigação'.

De qualquer forma está feito, serão entregues no devido tempo e... que passe rápido esta época!

Afinal será caso para dizer: vem depressa 26!

E porque quem gosta não tem culpa de eu não gostar, para além de eu não ter o direito de passar estas más ondas só desejo, do fundo do meu coração UM SANTO NATAL PARA TODOS.

OGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiCOGiC

Quarta de Natal...

E porque este blogue está cada vez melhor... e mais delicioso, deduzo eu.
Este bolo de Natal está um 'must'.



FELIZ NATAL


Árvore de Natal # 3

E no seguimento da política do IKEA: bom, bonito e barato...


terça-feira, 22 de dezembro de 2009


Acordar de manhã e a primeira preocupação ser sobre o que vestir, que perfume usar r ao sair de casa a resmunguice ser sobre o tempo... está tudo bem. Não se passa nada... estamos felizes, digo eu... mas estou, estamos?

É bom não ter preocupações (de maior) com a saúde, não se preocupar com a falta de dinheiro e também é muito bom não ter de passar o fim-de-semana a limpar a casa.

Dias, semanas, meses, anos, décadas, só preocupada com o calendário, a mudança de estação e o destino de férias... seria bom não fossem os momentos em que paramos, olhamos para dentro de nós e o que vemos?
Vemos o nosso corpo e a nossa alma dentro de uma camisa de forças, como que a não nos deixar voar, a não nos deixar falar, a não nos deixar sentir, a não nos deicxar pensar por nós, para nós e em nós!
A roupa, o perfume, os horários não são nossos. São cenários que criamos para esconder a camisa de forças em que os que nos rodeiam nos metem.

Mas de tem eles medo? Nós só queremos voar, voar bem alto. Não fazemos mal a ninguém... o céu é muito grande, chega para todos. AINDA NÃO PERCEBERAM ISSO? Porque insistem em que quere voar com as nossas asas e no nosso espaço?
NÃO É JUSTO!

Árvore de Natal # 2

Bem que eu gostava de fazer uma assim...


segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Obrigada Dani

Sophia de Mello Breyner Andresen- Fundo do mar



Fundo do mar
No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.


Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.


Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.


Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.


Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética I
Caminho

Evocação de Sophia

Próxima compra (se o Pai Natal não mo oferecer)


Árvore de Natal # 1

E quando se fala de crise, a árvore de Natal mais cara do Mundo!

Em 2007, o joalheiro de Singapura, soo Kee Jewllery criou esta árvore com 21798 diamantea, totalizando 913 quilates.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Parabéns Dani

Esta lata, em tempos de refrigerante, é agora um instrumento musical. E tudo porque a professora de música da Dani pediu que cada menino fizesse para a aula seguinte dois instrumentos.
A Dani, fez. Este e um outro, que tal como pedido foi entregue. Este não. Guardou-o no fundo da sua mochila e teve vergonha de o entregar.
Não, ele não era assim. Era todo preto, pintado pelo avô na véspera. Estava lindo também, mas no recreio um menino passou-lhe por cima da mochila. A lata ficou amassada com a tinta estalada. Ela ficou triste, teve vergonha e escondeu-o.
A mãe logo tratou de remediar a situação. Pediu ajuda às amigas, que com o pouco que há num escritório que se preste a bricolage, o decoraram com motivos natalícios. Os pinheirinhos taparam as estaladelas e as pintas e os triângulos deram-lhe cor.
Ficou lindo. A Dani gostou e já o entregou.

E hoje a Dani faz 10 anos. A mãe e os avós neste momento estão a fazer-lhe uma grande festa.
Que passes um feliz dia Dani.

O Pai Natal (não) existe!

Dois miudos que não tinham mais que oito anos:
-O Pai Natal vai-me trazer um homem aranha.-diz um todo entusiasmado.
O outro, a sussurrar ao ouvido do outro:
-O Pai Natal não existe!
-Existe sim senhor. Todos os anos aparece lá na sala na noite de Natal.
O outro insiste:
-Não é o Pai Natal! É o teu pai ou o teu tio. Eles vestem a roupa de Pai Natal para entregar as prendas.-insiste o outro, sempre a sussurra.
-Não digas isso. Ele até traz as prendas e tudo!- quase a chorar.
-É o teu pai que compra! Mas tu é que sabes. Se queres viver enganado é contigo, mas um dia vais-me dar razão!

Entretanto o pai de um deles chamou-os e eles foram ao encontro dele.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Noite de Natal

24 de Dezembro de 2050.
Batem à porta do apartamento. Ana ainda ágil nos seus 84 anos vai abrir a porta. É o estafeta do catering que vem entregar o jantar. Paga, manda o rapaz ficar com o troco e despedem-se com um 'Feliz Natal'.
Dirige-se para a cozinha, passando pela sala, onde Filipe vê televisão que pergunta: 'Quem era?'. Ana sem parar responde: 'Quem havia de ser!? Era o rapaz do catering a trazer o jantar. Porquê, estavas à espera de alguém?'
'Não...'-reponde ele com tristeza na voz.
Ana pousa o jantar em cima da mesa da cozinha, desembrulha-o e passa-o para as travessas do serviço da Vista Alegre que coleccionou ao longo da vida. É um serviço muito bonito, o Festa, cujas peças Ana foi comprando aos bocados: no Natal, no seu aniversário e alguns oferecidos pelo pais dela.

Pega nas travessas e leva-as para a mesa, que já está posta com o resto do serviço. A cadela Mia levanta-se de junto de Filipe e com o focinho no ar vai para junto dela. O telefone toca. Ana pousa as travessas e dirige-se para a entrada onde está o telefone, enquanto recomenda a Filipe que tome conta de Mia. Parece não a ouvir. Continua com o olhar fixo na TV. As notícias prendem-no ao écran. Quando regressa à sala, Enquanto manda um berro a Mia, que já estava com as patas em cima da mesa, ainda aos berros diz: 'Caramba és sempre a mesma coisa! Eu não te avisei? Não sabes como ela é?'.
Filipe, que nem se apercebeu do telefone resmunga:'E tu que andas para aí a cirandar? O que foste fazer lá para dentro?'
Furiosa, Ana, que ao fim de mais de quarenta anos de casamento ainda não se habituou a estas ironias de Filipe responde: ' Não ouviste o telefone tocar?'
'Não, se ouvisse, não perguntava o que foste lá dentro fazer! E quem era?'
'Era engano.'-respondeu com tristeza na voz.
'Só podia! Quem nos ia ligar hoje a esta hora?!'-rematou ele.
'Tens razão, quem nos ia ligar? MAs agora vem jantar senão arrefece e aquecido não é tão bom...'
'Ajuda-me Ana. Não vês que eu não posso? És sempre a mesma!'
Ana aproximou-se de Filipe que se apoiou nela para se levantar. ' Tu esqueceste das coisas! Para ti é tudo muito fácil! Parece que estou assim desde ontem!'
De braço dado dirigiram-se para a mesa. Filipe sentou-se no topo da mesa e Ana no lugar à sua direita. A cadela Mia sentou-se entre os dois, sempre com a cauda a abanar.
Enquanto Filipe abria a garrafa do vinho, Ana serviu os dois. Depois de aberta a garrafa e o vinho nos copos, começam a comer.
A televisão continuava ligada e Ana de frente para ela de vez enquanto ia deitando para lá o olho enquanto Filipe com o seu vagar ia comendo a vitela assada que Ana encomendara.

Há muitos anos que as noites de Natal de Ana e Filipe se resumiam aquilo. Enquanto os pais de Ana foram vivos ainda passavam os quatro, mas depois da morte deles a família ficou resumida a eles os dois. Não tiveram filhos e também não tinham sobrinhos. Ambos eram filhos únicos. A família mais próxima que tinham eram uns primos de Ana de quem perderam o rasto quando os pais de Ana morreram.
Estavam sós, um com o outro. Os amigos tinham a vida deles, tinham os filhos deles e os netos. Juntavam-se algumas vezes, mas fora destas épocas em que os amigos consoavam em casa dos filhos e dos netos.
Havia um amigo, o José, amigo de faculdade de Ana e Filipe que vivia no estrangeiro e que passava temporadas com eles. Tinha sido casado, mas cedo se separou. Tal como eles não tinha filhos. Tinha uma irmã com quem passava as consoadas na terra Natal. O José era assim a única família deles.

Acabaram de jantar. Ana levou os pratos e as travessas para a cozinha e pôs na mesa pratos de doce, do serviço Festa da Vista Alegre, também. Começou a rechear a mesa com os doces de Natal. Há muito que já não era ela quem fazia estas coisas. Há muito que optara por encomendar na doçaria do bairro. Para ela e Filipe não se justificava aquelas horas todas na cozinha. Era mais prático assim.
Filipe comeu uma rabanada e Ana uma rodela de abacaxi.
'As rabanadas este ano não estão tão boas!'- observou Filipe.
'Dizes todos os anos o mesmo. As do ano anterior são sempre melhores...'
'Pronto não se pode dizer nada!'-resmungou Filipe.
'O que vai acontecer é que não compro mais. Para o ano se ainda por cá andarmos, não compro nada disso!'-respondeu Ana. E com uma lágrima no canto do olho continuou:'E se não andarmos, ninguém há-de sentir a nossa falta!'
'Lá está a mulher com as lamurias dela! Que queres que te faça? Não perdes uma oportunidade de me vir com essas indirectas!
Ana não respondeu. Há muito que desistira de alimentar conversas sobre determinados temas com Filipe. Ele achava-se sempre dono e senhor da razão e a conversa acabava com ela numa pilha de nervos. ' Vai falando'-pensou ela, enquanto ele falava qualquer coisa que ela já há um bom par de minutos deixara de ouvir. Provavelmente até já tinha mudado de assunto, como era costuma. Ela não queria saber.
Ana estava triste. Nunca gostara desta época. O Natal'Para quê? Para que serve, para que serviu tudo isto?' Sempre vivera presa à doença de Filipe, que sempre a usou para a chantagear. Quando eram novos, dizia que se um dia ela partisse, ele queria ir atrás, pois não ficava aqui a fazer nada.
Levantou-se da mesa, com a desculpa de ir fazer café e foi até à cozinha. Sentou-se numa cadeira , fechou os olhos e viu os pais, os avós, os tios. A casa dos pais, a sua casa e até o cão labrador e a cadela rafeira que tinha tido durante quase quatorze anos.
Estava com o coração apertado, estava longe e as lágrimas escorriam-lhe pela cara abaixo. Sentiu respirar perto de si, depois uma lambidela na cara. Era Mia que tinha vindo atrás dela e a tentava consolar. Abriu os olhos, passou a mão pela cabeças da cadela e disse: 'Obrigada princesa.'
Da sala Filipe gritava:'Então Ana, o café? Que se passa?'
'Não se passa nada. Já vou.'
Levantou-se e depois de fazer mais uma festa a Mia , tirou dois cafés.

Selos de Natal: USA 1963




Issued on November 1, 1963, this second United States Christmas stamp was based on an on-the-spot painting made by artist Lily Spandorf of President John F. Kennedy lighting the National Christmas tree. The National Christmas tree and the White House are depicted. This mint stamp measures 25.5mm x 22mm; the above image is an enlargement.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Uns e Outros

Está a decorrer o jantar de Natal da empresa. Até há dois, três anos fui presenças assídua tanto neste como no de Verão.
E mais, participava na organização, destes jantares que a parti de uma certa altura ficaram famosos em toda a empresa pela animação que os envolvia.
Eram sorteios de prendas, apresentações, prémios... muito divertidos os nossos jantares.
Hoje, com o mesmo empenho com que participava, fico em casa.
A animação continua, mas não compensa o desanimo com que as pessoas vivem o dia-a-dia na empresa.
Recuso-me a ir a um jantar com pessoas para quem nos outros dias somos um número de entre duas mil, onde o respeito é posto de lado, onde andamos constantemente com uma faca encostada às costas e onde temos superiores a alimentarem essa forma de estar constantemente.

Não tenho a capacidade de muitos, de se 'adaptarem' aos momentos e conseguirem estar bem com pessoas que num passado muito recente, no próprio dia até, lhes puxaram o tapete por nada, ou por tudo, por ambição desmedida!

Espero que os meus colegas se estejam a divertir 'à brava´ ! Eu cá prefiro ficar com a imagem dos bons momentos de outros jantares.

Umas fotos de um dos melhores jantares do departamento, organizado pela minha secção. Estas bandoletes deram um efeito fantástico...


Claro que sempre houve falsidade, hipocrisia e cinismo. Sim, eu sei que são palavras muito fortes, mas só palavras fortes conseguem descrever a audácia com que algumas, muitas, pessoas enganam e ludibriam o vizinho do lado, aquele que muitas vezes lhe deu a mão, o ombro para ele trepar.
Mas à medida que o tempo passa, ele torna-se mais escasso e cada vez mais é para não desperdiçar.
Os bons continuam a ser bons e continuam a deixar que os outros sejam o que são e cheguem onde chegam... são as virtudes de uns a alimentar a audácia de outros.
Com esses bons, bem que eu gostaria de continuar a confratenizar. Um dia, quem sabe, quando eles chegarem à mesma conclusão que eu.

Cá eu aproveitei a noite para ir jantar com o L. Foi uma noite que acabpou cedo, pelo menos mais cedo que a dos outros, mas muito boa.

A árvore da Becas


É grande! E está gira!
Bequinhas tiveste cuidado a subir ao escadote, quando puseste a estrelinha, não tiveste? Tu vê lá!

Há alturas em que DETESTO ter RAZÃO.
Era tão melhor não ter!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Dias antes...

Dias antes de nascer, a mamã do João Rodrigo, a minha amiga Bé:



Quarta na Quinta

Adoro fotos de edifícios, das suas portas, das suas janelas e até das fechaduras... há portas com fechaduras que lindas!




E gosto principalmente das fotos da Mariana e adorei este post... a classe com que a Mariana fotografou este edifício...


Quarta saiu na Quinta, numa semana que começou com a sensação que todos os dias eram Sexta!

A Terra tremeu...

Esta noite a terra tremeu em Portugal, dizem as notícias. Sim, porque eu cá não senti nada, na altura. Senti sim de manhã quando acordei, um calafrio, só de pensar que numa situação mais complicada (de maior intensidade), continuarei a dormir e, como às vezes se ouve: 'acordar morta'!
Ainda não percebi se o tremor foi sentido em todo o país ou só na capital. Também se as coisas boas se passam lá, que fiquem com algumas más!

Lembrei-me então de um tremor de terra que houve quando eu era criança.
Passava uns dias em casa dos meus avós e a terra tremeu no Porto. O meu avô com a calma que lhe era característica, me embrulhou, cuidadosamente num cobertor e, tal como ditam as regras, veio comigo ao colo para o quintal. Os meus pais, que do alto do terceiro andar onde morávamos sentira, esses vieram depois de se aperceberem do que se estava a passar resolveram também ir para a rua. A minha Mãe, atrapalhadinha como sempre, veio descalça. Era Fevereiro. E lembro-me porque o meu Pai, e esta é a parte caricata da história, foi para trás para pegar uns chinelos para a minha Mãe!
Claro que foi tudo tão rápido, que ele já não voltou para a rua. Entre descer 56 degraus, subir e voltar a descer, a terra parou de tremer...

Escusado será dizer que no dia seguinte de manhã, a primeira coisa que foi feita foi 'resgatarem-me' de casa dos meus avós! Para berreiro meu!

Este episódio é contado muitas vezes lá em casa.

A Ritinha

A Ritinha.
Como está linda, crescida... e malandreca...




(Foto minha Dec/2009)

Saudades

Saudades de estar em Hildesheim nesta altura do ano.
Saudades do Weihnachten Market ( feira de Natal). Saudades do calor humano que lá se sente, apesar das temperaturas negativas....



(foto recebida de Hi pela minha amiga R, que gosta tanto desta época em Hi quanto eu.)


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Chuva, vento e frio.
Esta noite, acontrário do que é habitual apercebi-me do temporal. O L. tem trabalhado até mais tarde e chegou Às 2 da manhã. Acordei, claro e, o vento era tal que o alrme do carro do vizinho começou a tocar...





Esta foto que um amigo me enviou há uns anos, descreve o tempo que se faz. Apesar do frio, do vento e da chuva, não fico deprimida com isso. Ao ver esta foto também não.

Recordou-me agora o L. que esta foto foi tirada na Áustria e as árvores são cerejeiras.
Já agora mais uma foto do conjunto, onde se vêm as cerejas congeladas...

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eu e (quase) só eu...

Tomei uma decisão, agora e para começar já.
A partir deste momento, todos os meus esforços serão investidos em MIM!
Os outros!? Sim interessam-me. Interessam-me os meus pais, os meus familiares, os meus amigos, MAS, qualquer decisão será tomada PRINCIPALMENTE em função da resposta à pergunta: 'Como é que eu fico no meio disto tudo?'


...Será que vou conseguir?

Carro roubado, procura-se

O carro apareceu, hoje, dia 15/12 na Póvoa de Varzim.
Em nome do dono do carro, um muito obrigada a todo os que se preocuparam em estar atentos.

Para os mais curiosos: o carro estava intacto. Só não tinha a cadeirinha de bebé.

Entretanto o carro está em processo de desinfe(sta)ção.





E ora pois, vai uma pessoa ao Continente fazer as compras de Natal e fica sem ter como as levar para casa... é que quando voltou ao carro, dele tinha o sitio!
Em pleno Sábado à tarde ROUBARAM o carro de um colega de trabalho no parque de estacionamento do Continente de Braga!
Sim, em Braga na cidade, cidade que segundo alguns, essas coisas não acontecem.
Azar só me aconteceu a mim já por duas vezes e agora a este meu colega.

O carro é este, um Honda Civic coupé branco. A matricula é fácil de decorar (44-22-EE) e se por acaso virem o carro, avisem.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Uma vida normal

De uma conversa ocasional entre mim, a minha amiga C. e uma amiga dela, que se 'movimenta' num meio que não o meu nem o da C., fez-nos, a mim e à C. rematar com a frase:' Nós ainda assim temos uma vida muito normal!'
E tudo isto porque falávamos, as três, de nós, mulheres e do quanto às vezes nos esquecíamos de cuidar de nós.
Foi então que a conversa foi parar aos ginásios ( e aqui tanto eu com a C. começamos a ficar boquiabertas) e aos namoricos que por lá graçam.
'Vocês não sabiam?! Há maridos a contratar detectives ou a fazerem esperas nos parques dos ginásios, porque as mulheres em vez de irem para o ginásio, passam para outro carro e saem com outros!'
'Ah!'-eram as nossas palavras, enquanto ela continuava:
'E os escândalos em algumas classes profissionais continuam (ela disse qual). Chegam a alugar quintas para fazerem swing.'
E a cada palavra dela as nossas bocas ficavam cada vez mais paralisadas, abertas.
'E os casos de mulheres que descobrem que os maridos as traem... com outros!'

Bom, ficamos completamente aparvalhadas com estas histórias e, confesso, não fosse ela se mais precisa do que o estou aqui a ser, não acreditava. Para mim isto são histórias das telenovelas dos nossos canais generalistas e nunca realidade.

Contou ainda a história de uma rapariga de 26 anos que se apresentava sempre com roupas de marca e carros de alta cilindrada. Dizia terem sido ofertas do marido. Tudo bem, se o marido não fosse um homem de 60 anos, que também já lhe tinha oferecido um apartamento de luxo e uns poucos de tratamentos estéticos! E também não fosse esse senhor marido de uma pessoa conhecida que não ela!
E o choque final, mesmo para a amiga da C., foi quando questionou a rapariga sobre os sentimentos dela pelo homem, ela se limitou a responder a frio: 'Claro que não gosto, mas nesta idade tenho é que me por bem na vida para depois ter uma vida boa e curtir... é um investimento no meu futuro!

Não fosse este blogue, um blogue onde 'palavrão não entra' e eu teria a palavra certa para classificar a dita!

E agora muita gente achará que estas situações são comuns.
Ok, eu e a C. somos 'troll'.

Mas ainda bem que assim é! Que bom é termos uma vida dita normal...

domingo, 13 de dezembro de 2009

Foi assim que se passou...

E hoje foi uma manhã igual a tantas outras de Domingo, mas sempre diferente.
Depois de ontem um almoço com a minha grande amiga e comadre Celeste, onde pusemos a conversa em dia (as cusquices também, sim senhora, porque não?), hoje almocei com a Joaninha e a Pat.
A Joanimha está cada vez mais engraçada. Está 'no ponto', naquela fase em que as asneiras saem em catadupa e perante as caras dela... os esforço maior é o de segurar o riso!
E já anda! Mais um desafio para a mãe Pat... segurá-la!
Gostei desta manhã.

E agora, depois de o S. Pedro me ter feito a vontade não o vou decepcionar... vou plantar as tulipas.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Boas notícias: Nasceu o João Rodrigo

SMS recebido há minutos:

'Já nasceu o João Rodrigo :) às 03h08, pesa 3400g e mede 49 cm. É mt lindo e sossegadinho.'

Que boa notícia! Que seja muito feliz e tenha muita saúde.

Parabéns aos papás B. e M.

Votem em mim...


E porque é Natal, e porque os meus leitores são meus amigos, vão votar no meu blogue. Vão, não vão?
É fácil: Basta ir ao site da ASUs e votar no 'Desvios'

Eu dou o link: http://www.myeeemylife.com.pt/BlogContestID.php?idBlogger=544

Vá lá, votem.
E já agora, registem os vossos blogues e participem... isto é para todos. Avisem quando estiverem registados... eu também votarei em vocês, claro!

Obrigadinha