quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Braga, Tempo Esgotado

Braga, Outubro 2008
Urgente recuperar
Urgente mudar
Time over

Amanhã...


Ops, já é hoje... vou ao PORTO!
Vou ver o rio, o mar a cidade, a Foz...tudo a que tenho direito!
As razões pelas quais vou não são as melhores. O L. tem consulta no oftalmologista, mas vou ao Porto!

(esta foto foi tirada em cima da ponte do Freixo com o carro em movimento, claro...)

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Parabéns a Você

Desculpa Mickey, mas só agora arranjei um bocadinho para te dar os parabéns.
Com tanta gente a dar-te os parabéns, calculo que nem te tenhas apercebido da minha falha, mas falhei e peço desculpa... se bem que ainda vai no mesmo dia e, tu também sabes que eu não posso fazer estas coisas no emprego... as firewall estragam tudo!
Lembraste desta foto? Do dia em que a tiraste? Tinhas um bom par de anos menos, mas nem se nota... tu passas pelo tempo, sem que ele te afecte... assim é que é!

Hoje estiveste em grande no Disney Chanel... a miudagem delirou... apanhou uma barrigada de Mickey... mas não se fartou, está descansado!

Parabéns amigo de todos os tempos.

Pela Liberdade

Porto, 10 de Abril de 1973


Camaradas,

Quando lerem esta carta, a tudo correr bem, já não farei parte do vosso mundo, pois escrever esta carta será a última coisa que farei antes de partir para o desconhecido.
Serve esta, e porque continuo a acreditar no Homem, apesar de todas as atrocidades que ele comete contra o semelhante; para vos pedir o vosso perdão. Só assim terei paz no sitio para onde vou...
Como sabem, acabei de sair do Tarrafal, lá sofri, sofri muito. Fui torturado de várias formas, passei fome, estive na solitárias várias vezes... resisti a tudo, menos a saber que a minha mulher, a mãe do meu filho, que ainda estava no seu ventre, havia sido apanhada e estava a ser alvo de torturas!
Eles sabiam, sabiam qual era o meu ponto fraco, e num dia em que a Rosa tentou visitar-me, foi presa e torturada, apesar da sua gravidez de sete meses!
Trouxeram-me fotos dela, maltratada e disseram-me que seria pior se eu não confessasse. Perdoem-me, mas pelo nosso filho, que ao contrário de mim e da Rosa, não escolheu esta vida, eu tive de confessar... era esse o passaporte para o direito dele a nascer!
Fui eu que denunciei o esconderijo dos camaradas Rudolfo e Luísa. Fui eu quem lhes deu os nomes dos camaradas que organizaram a greve da empresa onde eu trabalhava e, fui eu também, quem disse onde estava escondido o camarada Tiago Mendes!
Com estas confissões, consegui a libertação da Rosa e garantir que o meu filho nascesse fora da cadeia. Provavelmente, fiz com que ele demorasse mais a viver num país em liberdade, pois reconheço que fiz com que uma célula importante do partido fosse desmantelada, provocando também a fragilização e recuos de muitas outras!
Peço-vos mais uma vez o vosso perdão, mas foi o desespero de um pai a agir...
Não mereço viver, sou um traidor e a minha punição será a de me privar de ver o meu filho crescer.
Acredito que um dia o meu filho vai ter o aquilo por que eu lutei e vocês continuam a lutar: Liberdade.
Por favor, façam isso por ele!

Assinado:Álvaro Gomes

Nota: esta história é pura ficção, escrita para a Fábrica de Histórias

Kinder Surpresa

No passado Domingo, foi dia de eu e a Tigra recebermos o nosso kinder mensal. É mensal, mais ou menos, porque é quando os meus donos vão comprar comida para mim e para a Tigra .
Os nossos kinders são um bocadinho diferentes dos das crianças: são ossos de boi fumados. São deliciosos! Eu e a Tigra quando os recebemos ficamos loucos de alegria. Eu sou um bocado mauzinho: ás vezes apanho os dois ossos e fujo para dentro da casota para a Tigra não comer. A pobre da cadela fica então, sentada em frente da minha dona, a abanar o rabo à espera de um para ela... entretanto eu vou roendo um bocado de cada um... no final a minha dona finta-me com um biscoito, eu largo o osso para ir buscar o biscoito e a Tigra apanha-o! Sou mesmo um grande comilão! às vezes entro na garagem e se a lata da comida está aberta eu como sem parar... Mas sabem, é normal na minha raça... a minha dona sabe de um labrador que quando tinha 6 meses comeu tanto que depois nem conseguia por as patas no chão de tão redondo que ficou! É verdade, eu também ouvi essa história, foi o Vet quem a contou! Mas eu não quero saber... é tão bom comer!
Mas vejam lá as fotos que a minha dona nos tirou no domingo, a mim e à Tigra. A Tigra é a minha amiga inseparável... é mais ou menos da minha idade, mas já sofreu muito na vida... esteve no canil quase a ser abatida... até me arrepio só de pensar! Se não fosse a minha dona achar que eu passava muito tempo sozinho e ir à ABRA procurar uma companhia para mim, a esta hora já não havia Tigra e eu estava louco de tão só que estava! Os meus donos fazem-nos companhia, é claro, mas eles trabalham muitas horas e nós passamos muitas horas sozinhos a tomar conta da casa! Bom, é mais a Tigra quem faz isso, pois eu por mim entra aqui qualquer um! Quando eu ainda era um cachorro e estava só, uns vândalos entraram cá em casa e eu não fiz nada... limitei-me a ladrar, como fazia muitas vezes durante a noite para obrigar a minha dona a vir buscar-me... era, e ainda sou, um grande mimalho!
A Titi (como a minha dona chama à Tigra... a mim chama-me Bonito... eu gosto tanto!) é mais esperta e, ao mais pequeno sinal, ela ladra sem parar! Às vezes os vizinhos têm visitas e ela sente pessoas diferentes, não se cala até confirmar que o vizinho está também!
Bom aqui deixo as fotos que a minha dona nos tirou a comer os ossos. Estão a ver o rabo da Titi? É de felicidade... e está encostada à esquina para que eu não chegue lá! Eu também estou radiante... foi até noite adentro, a festa dos ossos!
Adoro os meus donos... são o máximo, só é pena que não estejam mais tempo connosco, mas é compreensível... eles têm de fazer pela vida... é como o reclame do banco: não têm pais ricos!

Ass.: Bono ( Bonito para os amigos)

Porto Côvo (III)

Porto Côvo, Julho 2004
...outra vez

Porto Covo (II)

1990, 2000, 2004
Podia ser em qualquer destas datas.
Intempoal, Inconfundivel, esta Porta
É Porto Covo, concerteza, Julho 2004

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

As Meninas da Agustina e da Paula

Porque nunca li Agustina, porque gosto de Paula Rego, comprei no sábado passado As Meninas. escrito por Agustina e ilustrado por Paula Rego.
A primeira edição, especial, foi publicada em 2001. Só por si o livro é lindo! (vou se mázinha). Para quem gosta de comprara livro para decorar estantes, perdeu um bom objecto decorativo!
Eu cá apanhei a edição de 2008, menos luxuosa, mas com o mesmo conteúdo. Para já vai decorar a estante, também, mas a curto prazo, será lido...está em lista de espera...
Sacadinhas da net as imagens da edição de 2001, que se comprava aqui por 40€ e a edição disponível, a 2ª de 4000 exemplares, que se compra em qualquer livraria por 22€.
Alguém já leu?

Braga, Segura pelo Tempo

Braga, Av da Liberdade, Outono 2008
Quem a segura, o tempo, concerteza...

Monsaraz (II)


Ainda as Mesmas Férias
Ainda Monsaraz

domingo, 16 de novembro de 2008

As 0ito Coisas Para Fazer (II)+1


Pois é!
Às vezes estamos tão preocupados com medo de nos esquecermos de alguém, que acabomos por 'esquecer' do inesquecível.
Assim vou ter e como são oito, vou criar o zero para o Outras Escritas.
Oh amigo, o meu prémio também, para si!

As 0ito Coisas Para Fazer (II)

Vamos lá seguir o jogo da Brabrinha do blogue 'Uma Brasileira no Egipto' como deve ser:

Então é assim, o jogo:

- Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer;
- Convidar 8 parceiros(as) de blogs amigos para responder;
- Comentar no blog de quem nos convidou;
- Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da “convocatória”;
- Mencionar as regras

8 coisas que sonho fazer.

  1. Ter saúde,
  2. Passar a minha reforma a viajar...
  3. Aprender a falar e escrever Alemão
  4. Viver num mundo com Paz
  5. Ter uma velhice confortável
  6. Escrever um livro
  7. Nunca perder as minhas faculdades mentais e fisícas
  8. Os que eu amo tenham muita saúde
Os 8 Eleitos (ordem aleatória):
  1. Mineirinha na Alemanha
  2. Pavulagem da Ro
  3. Delicias e Companhia
  4. Canela Moída
  5. Sitio do Sol
  6. Eu Mulher
  7. Blogando-me
  8. Novidades
Incrível como uma coisa tão simples como um jogo nos deixam a pensar e levam a concluir que nem sempre temos presente na nossa memória do que andamos atrás!
Experimente e digam-me se vos aconteceu o mesmo.

E o selo:


Uma Tarde no Jardim

Cansada, mas sem stress... é assim que fico depois de uma tarde no jardim.
Foi uma tarde muito bem passada.
Os Focinhos a roerem um osso cada um. É que na sexta foi dia de comprar a comida deles e eu trago sempre um osso para cada um... é o 'kinder' deles!
Eu e o L. a arrancar ervas daninhas, a semear as flores e ainda ervilhas e favas... não tinha dito esta parte!
Agora é esperar por Fevereiro/Março para ter flores lindas como estas ( fotos do anos anteriores):

O Tempo Não Perdoa!

Braga, Av. da Liberdade, Outubro 2008
O tempo não espera para sempre!

Hoje Vou...

Porque é Domingo e porque está Sol, vou passar a tarde aqui:



Vou semear, Tulipas, Frésias, Rainuncos, Anémomas...
Para o meu jardim em Fevereiro estar lindo...
(parece que o Verão de S. Martinho chegou!)

Vila Viçosa

Vila Viçosa,
Ainda as Férias de 2004
Ainda a Porta de uma igreja

sábado, 15 de novembro de 2008

Alcácer do Sal-Estação dos Caminhos de Ferro (V)



A Estação.
Acabar como começou...
com azulejos
São sempre lindos
Nas Estações de Caminhos de Ferro...
e em qualquer Lugar!

Alcácer do Sal-Estação dos Caminhos de Ferro (IV)


Alcácer do Sal,
Julho 2004
Pormenor da varanda da casa do guarda da estação?

Alcácer do Sal-Estação dos Caminhos de Ferro (III)

Julho 2004
Alcácer do Sal
Janela da Estação,
A Caminho de Vila Nova de Milfontes

Alcácer do Sal-Estação dos Caminhos de Ferro (II)


A Fachada da Estação.
Linda!
Pena o toldo do café...destoa...

Alcácer do Sal-Estação dos Caminhos de Ferro (I)

E porque a janela que eu tinha escolhido para hoje é da Estação do Caminho de Ferro de Alcácer do Sal, e porque a estação é linda, tem uns azulejos lindíssimos e, acima de tudo, e isto é que é menos comum encontrar, está bem tratada ( pelo menos em 2004)






Férias 2004,
Estação de Alcácer do Sal:

Monsaraz

Monsaraz, Julho 2004
Porta de Igreja
Férias

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Amor Não É Concerteza!

'Que fim de semana maravilhoso, este!', pensava Marília enquanto tomava banho. Há muito que ela e João não tinham um fim de semana só os dois, sem pais, sem irmão e, sem amigos... só eles e... o Bono, o cão... sim esse tinha de estar sempre presente! Desde que o ganharam de presente de casamento, os três tornaram-se inseparáveis, ela, o João e o Bono!
O Alentejo é, sem dúvidas o melhor lugar do mundo para namorar, descansar, passear,... não fazer nada! Até o Bono se divertiu à brava a correr quem nem um doido atrás de tudo e de nada!
João já dorme. O Bono, esse nem se fala... até ressona, está feliz.. ela sabe, quando ele dorme com uma orelha para trás e outra para a frente, está feliz, num daqueles sonos profundos...pode cair a casa... nem dono, nem cão acordam, hoje!
Ainda embalada pelas recordações do fim de semana, sai do banho com um sorriso nos lábios, pega no toalhão, seca-se, veste o robe, quando de repente um grito atravessa a porta do apartamento...
Assusta-se, larga as tiras do robe, que ainda não estavam unidas e, por momentos fica hirta, em estado de choque!
O relógio da sala, herança da avó, bate as 11 badaladas, enquanto Marília se recompõe, volta a pegar nas pontas do robe, e agora, ao som de gritos e gemidos, o seu pensamento vai para a vizinha do quinto esquerdo.
'Se eu contasse, ninguém acreditava!', pensa ela.
No quinto esquerdo, vive um casal de arquitectos, que já vivia no prédio quando ela e João foram para lá viver. Sempre que se cruzava com eles na garagem, no elevador, no átrio do prédio, pareciam o casal mais apaixonado do mundo, sempre abraçados, a trocar carícias... alheios a tudo e todos... até fazia inveja! Marília costumava comentar com João, em tom de brincadeira: 'Porque é que nós não somos assim? Porque não me dás beijinhos no elevador?', ao que João respondia, com aquele ar dele de durão: 'Em casa deve-lhe dar tareias de meia noite... é sempre assim!'. Marília achava imensa piada a esta reacção do João e sempre que via os vizinhos aos beijos lá dizia ela: 'João, porque não somos assim?' Ele olhava para ela pelo canto do olho e no meio de gargalhada, era ela que respondia: ' Já sei, em casa leva tareia de meia noite!' Enquanto isso, ele encolhia os ombros e não dizia nada. Afinal, ela não desejava a vida de ninguém, muito menos trocar o seu amor por outro... tinha o que queria e sempre desejara...

Viviam eles há cerca de três meses no prédio, quando a teoria de João se confirmou: um certo dia, estavam eles a jantar, quando ouviram a vizinha gritar. Os gritos continuaram e, sem saberem o que fazer, Marília foi bater à porta da Sra Regina, a porteira:'D. Regina, vá ver o que se passa no quinto esquerdo, pode ter acontecido alguma coisa, a vizinha não pára de gritar!, disse Marília em estado de choque. 'oh menina Marília, não se preocupe, isto é costume! Até estou admirada, há mais de mês que eles não se pegavam!' 'Uma vez chamamos a polícia e nós é que ficamos mal! A polícia foi lá bater, ele abriu a porta e conseguiu enganar o polícia... disse que não era nada, que estavam a ver um filme de terror e que a mulher estava assustada e tinha gritado! E não é que o polícia acreditou?! No dia seguinte, já andavam aos beijos aí pelo prédio, ela de óculos escuros e com um pulso ligado... como se nada fosse!
Depois desta, muitos mais episódios destes se sucederam: gritos, gemidos à noite e olhos negros com beijos e braços de dia!
Como pode ser possível, em pleno século XXI?
Por mais vezes que acontecesse, por muitas vezes que ouvisse os gritos e gemidos da vizinha, Marília não deixava nunca de se incomodar e sentir uma covarde por não fazer nada! E de pensar: 'O que faz uma mulher a viver assim? Amor não é concerteza!'


(este post é para participar na Fábrica de Histórias. A ver vamos!)

Sessão de Quadros

Vinha no carros a ouvir na Antena 3 as criticas sobre os filmes em estreia e lembrei-me que adorava, quando ao Domingo de manhã o meu pai me 'convidava' para 'ver uma sessão de quadros'!
'Ver uma sessão de quadros' era ir à baixa, de autocarro-muito importante esta parte-ver os cartazes dos filmes em exibição nos cinemas da cidade!
Era uma manhã espectacular, nestes dias de outono. Apanhávamos o autocarro, o 7 e saiamos na Praça Carlos Alberto. A nossa primeira paragem era nos cinemas Lumière, onde íamos ver os cartazes dos filmes em exibição e dos 'a seguir', que é como quem diz: os que estavam para entrar. Às vezes, quase sempre,  atravessávamos a rua Mártires da Liberdade e íamos ver também os cartazes do teatro Carlos Alberto. Nem sempre tinha cartazes, mas eu adorava entrar no Carlos Alberto.. achava lindo e sempre adorei casas antigas.
Umas vezes descíamos os Clérigos até à Praça da Liberdade, outras a Rua de Ceuta até à Avenida dos Aliados. Quando íamos pelos Clérigos, subíamos a Rua 31 de Janeiro ( A Santo António do antigamente) e íamos até ao Águia Douro. Já naquela época tinha pouco em cartaz, pois funcionava como suplemento ao Cinema Batalha, que era, e é, ao lado. O Batalha, esse sim, tinha muitos cartazes, dentro e fora, numas vitrinas à volta do cinema.
Lembro-me que muitas vezes ficava parada a olhar para os quadros como que à espera que os personagens do filme se começassem a movimentar e o filme começasse... sensação estranha aquela!
Atravessávamos de seguida a Praça da Batalha e espreitávamos sempre o São João... a primeira vez que fui ao cinema foi lá. Fui ver o filme 'Se a Minha Cama Voasse'... nem sabia ler e da história não me lembro, só do nome do filme e de ver uma cama voar! Na noite do dia em que vi o filme, ainda demorei a adormecer... estava esperançada que a minha cama voasse... ainda por cima a minha cama era de ferro como a do filme! Adormeci a pensar no que a minha cama poderia ser diferente para não voar e a outra voar... é que a outra não tinha asas, logo não era por isso!
E pronto, passeio completo, hora de descer de novo a Rua 31 de Janeiro, ou então vir pela Rua do Loureiro até à estação de São Bento e apanhar o autocarro, o 7 Ponte da Pedra, na Praça da Liberdade... a maior recomendação da mãe era para não chegarmos depois da uma!
Quando tínhamos um bocadinho mais de tempo ainda passávamos pelo Rivoli, vi lá o ' Música no Coração'!
Quando chegávamos a casa, o almoço estava pronto e a conversa era sobre os filmes em cartaz e o combinar com a mãe as próximas idas ao cinema!
Infância feliz a minha e eu tinha noção disso! Que bom!


.


Vincent Van Gogh...na Janela


Arles, 2002
Cidade onde Van Gogh pintou o maior número de obras.
Algumas delas das mais famosas: os sete quadros dos girassóis.
Ah girassóis, como eu gosto deles!
... de Van Gogh também, sem hesitações!

Casino de Monte-Carlo

Férias Julho 2002
Casino de Monte Carlo.
Soberbo... o edifício.
A Porta não anuncia a imponência do edifício!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Mónaco:Jardim Japonês (XI)



Nota: Estas fotos são digitalizadas

Mónaco:Jardim Japonês (X)



Nota: Estas fotos são digitalizadas

(Sor)Rir: PC Magalhães


Carta aberta a José Sócrates
Autor: Pedro Carvalho Magalhães
Senhor Primeiro Ministro:

Venho protestar veementemente através de Vª Exª pelo nome dado ao computador que os vossos serviços resolveram distribuir aos meninos deste país (os que sobrarem do seu negócio com o Hugo Chavez na troca
do petróleo, bem entendido).

Eu, Pedro Carvalho de Magalhães, nunca mais poderei usar a minha assinatura sem ser indecentemente gozado pelos meus colegas de trabalho. Sempre assinei PC Magalhães e, desde que Vªs Exªs baptizaram o tal computador, tive que alterar todos os meus documentos.
Uma coisa tão simples como perguntar as horas e a resposta que recebo é:
- Atão Magalhães... vai ao Google...

Se vou à máquina de preservativos, há sempre uma boca dum colega:
- Para quê, Magalhães? Não te chega o anti-virus?

Se vou ao dentista, a recepção é sempre a mesma:
- Então o senhor Magalhães vem limpar o teclado...

A minha mulher, Paula Carvalho Magalhães, também sofre pressões indescritíveis no emprego: Ontem uma colega veio da casa de banho com um tampão na mão e gritou:
- Paula.... esqueceste-te da tua pen!

Também o ginecologista não resistiu ao nome e, após a consulta, disse-lhe que tudo estava bem com as entradas USB!

Nem o meu filho, Pedro Carvalho Magalhães, escapa ao gozo que o nome veio provocar.
A Rita, a mocinha com quem andava há mais de 6 meses, acabou tudo com este argumento:
- Magalhães.... vou à Staples procurar outro que a tua pega é muito pequena!

Quando, devido a tudo isto, apanhei uma tremenda depressão que me impediu de trabalhar, fui ao psiquiatra. Ele olhou para o meu nome e disse:
- Pois é, senhor PC Magalhães. Aconselho-o a passar pelo suporte técnico da Staples... podem ser problemas de memória RAM!
Neste momento a minha mulher quer desinstalar-se e procurar alguém que tenha um nome 'decente'.

Senhor Primeiro Ministro... porque diabo não puseram Sócrates a esse maldito computador? Queria que o senhor visse o que custa!

Atenciosamente, assina
Pedro Carvalho M. (e não me perguntem o que é o M)

Mónaco:Jardim Japonês (IX)



Nota: Estas fotos são digitalizadas

Mónaco:Jardim Japonês (VIII)



Nota: Estas fotos são digitalizadas

Mónaco:Jardim Japonês (VII)



Nota: Estas fotos são digitalizadas

Mónaco:Jardim Japonês (VI)



Nota: Estas fotos são digitalizadas

Mónaco:Jardim Japonês (V)



Nota: Estas fotos são digitalizadas

Mónaco:Jardim Japonês (IV)



Nota: Estas fotos são digitalizadas

Mónaco:Jardim Japonês (III)



Nota: Estas fotos são digitalizadas

Mónaco:Jardim Japonês (II)


...o jardim visto por mim em 2002

Nota: Estas fotos são digitalizadas

Mónaco:Jardim Japonês (I)

Associo este Jardim sempre a Grace Kelly.
Como hoje ela fazia anos...o jardim visto por mim em 2002.