Ontem, no aniversário da minha amiga e comadre, durante um período de tempo o tema da conversa foi doenças.
Eu e a minha vesícula e agora estômago, mais as azias e os afrontamentos. A Marisol que foi para à urgência do hospital com uma dor insuportável, que veio a descobrir pedra... na vesícula. A Paula a não poder comer porque anda a tratar da terceira geração de dentes, para além de ter um (mau) relacionamento de anos com a ...vesícula e estômago.
A Xepa, essa é mais os ossinhos a darem sinais de caruncho.
E claro medicamento também foram chamados para a conversa. E porque um é melhor que o outro. E porque aquele provoca isto, o outro é melhor, mas mais caro... esta parte u (ainda) não domino. Medicamentos não é coisa que aprecie e tome com frequência.
E pelo meio ainda falaram de medicamentos caseiro. O ponto alto foi o de que uma cebola no quarto,cortada a meio, fazia desaparecer a tosse.
Se faz ou não, o que é certo é que serviu para, sempre que alguém tossia dizer:' Tens que por uma cebola no quarto, esta noite.'
A conclusão desta conversa foi que definitivamente estamos a ficar velhas! As maleitas já são tema de conversa!
Como diria a minha amiga Closet: Oh God!
quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010
Segue-se...
E hoje, aliás ontem, foi dia de levar o relatório da ecografia ao médico.
Veredicto: Normal (o mesmo da médica que fez a eco).
A causa provável poderá ser o que vulgarmente se chama de vesícula preguiçosa.
E pronto como se não bastasse levar com a preguiça de algumas pessoas, agora ainda a preguiça desta minorca que vive dentro de mim!
Falei-lhe, que apesar de andar a ter cuidado com a alimentação, tenho tido azia ( sim, não é figurativo, é mesmo aquele mau sabor que nos sobe pelo peito acima até à boca!). E depois de lhe falar do historial de doenças de estômago da família, lá saí do consultório com uma credencial para uma endoscopia.
Avó, avô, pai, tio e tia com problemas de estômago?
Toma, agora vai fazê-la e não te queixes!
Veredicto: Normal (o mesmo da médica que fez a eco).
A causa provável poderá ser o que vulgarmente se chama de vesícula preguiçosa.
E pronto como se não bastasse levar com a preguiça de algumas pessoas, agora ainda a preguiça desta minorca que vive dentro de mim!
Falei-lhe, que apesar de andar a ter cuidado com a alimentação, tenho tido azia ( sim, não é figurativo, é mesmo aquele mau sabor que nos sobe pelo peito acima até à boca!). E depois de lhe falar do historial de doenças de estômago da família, lá saí do consultório com uma credencial para uma endoscopia.
Avó, avô, pai, tio e tia com problemas de estômago?
Toma, agora vai fazê-la e não te queixes!
terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
Ídolos
As crianças com a ingenuidade que lhes é característica, são, por vezes protagonistas de gestos de grande crueldade. Entre elas e para com os adultos.
Não têm problema nenhum em expressar sobre o próximo, na cara dele, a sua opinião. Se o acham gordo, dizem-no. Dizem-no da mesma forma que um adulto, do alto do seu maior cinismo, diz à (ao) parceiro do lado que ele está lindo, enquanto pensa que a diferença entre ele e um saco de batatas será mínima.
Se um amiguinho cai ou faz uma asneira, a risada é total e franca e é assunto para o desgraçado virar bobo da corte até haver um outro que o bata com outra asneirola.
Ao longo da vida vão aprendendo com os adultos, que não devem dizer certas coisas, que não se devem rir dos males dos outros, etc, etc.
E que fazem os adultos?
Nada mais do que falar do tombo que o Pedro Abrunhosa deu no programa de ontem dos Ídolos!
Ao passar por sites e blogues, as notícias sobre os Ídolos de ontem , não são as actuações do Filipe e da Diana, mas o 'tombo do Pedro Abrunhosa'!
Hoje no emprego ouvi o seguinte comentário: 'O momento alto dos Ídolos de ontem foi o malho do Pedro Abrunhosa'.
Sinceramente!
Não têm problema nenhum em expressar sobre o próximo, na cara dele, a sua opinião. Se o acham gordo, dizem-no. Dizem-no da mesma forma que um adulto, do alto do seu maior cinismo, diz à (ao) parceiro do lado que ele está lindo, enquanto pensa que a diferença entre ele e um saco de batatas será mínima.
Se um amiguinho cai ou faz uma asneira, a risada é total e franca e é assunto para o desgraçado virar bobo da corte até haver um outro que o bata com outra asneirola.
Ao longo da vida vão aprendendo com os adultos, que não devem dizer certas coisas, que não se devem rir dos males dos outros, etc, etc.
E que fazem os adultos?
Nada mais do que falar do tombo que o Pedro Abrunhosa deu no programa de ontem dos Ídolos!
Ao passar por sites e blogues, as notícias sobre os Ídolos de ontem , não são as actuações do Filipe e da Diana, mas o 'tombo do Pedro Abrunhosa'!
Hoje no emprego ouvi o seguinte comentário: 'O momento alto dos Ídolos de ontem foi o malho do Pedro Abrunhosa'.
Sinceramente!
domingo, 7 de Fevereiro de 2010
AMIGO sabe quando e do que precisas, sem que tu teres de o dizer. E está lá no momento. Às vezes só precisas mesmo é de um sorriso ou de um acenar.
sábado, 6 de Fevereiro de 2010
Lembrei-me...
E a propósito do aniversário da Princesa Santa Joana, lembrei-me que os meus amigos Ricardo e Patrícia casaram na Sé de Aveiro, num belo dia de Setembro.

Lembrei-me ainda, que o meu primeiro passeio da escola foi a Aveiro, em visita ao museu de Santa Joana.
Foi o primeiro passeio que eu consegui ir depois de falhar uns poucos. Eu que até nem era de ficar doente, nos dias dos passeios aparecia sempre uma constipação ou gripe que me retinham na cama.
A minha maior lembrança deste passeio é de estarmos a almoçar num parque e de aparecer um homem a vender pandeireta. Comprei uma. Custou 2$50. Em casa o meu pai escreveu no interior algo do género:' Recordação do Passeio a Aveiro. 25 de Maio de 1975'
A dita pandeireta andou lá por casa até há bem pouco tempo. Terá ido para o lixo, à minha revelia, num das ultimas mudanças de casa dos meus pais.
Lembrei-me ainda, que o meu primeiro passeio da escola foi a Aveiro, em visita ao museu de Santa Joana.
Foi o primeiro passeio que eu consegui ir depois de falhar uns poucos. Eu que até nem era de ficar doente, nos dias dos passeios aparecia sempre uma constipação ou gripe que me retinham na cama.
A minha maior lembrança deste passeio é de estarmos a almoçar num parque e de aparecer um homem a vender pandeireta. Comprei uma. Custou 2$50. Em casa o meu pai escreveu no interior algo do género:' Recordação do Passeio a Aveiro. 25 de Maio de 1975'
A dita pandeireta andou lá por casa até há bem pouco tempo. Terá ido para o lixo, à minha revelia, num das ultimas mudanças de casa dos meus pais.
Etiquetas:
Amigos,
Aveiro,
Casamento,
Infância,
Santa Joana
sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
Eles deram notícias
Pois dos 'desertores' há notícias.
Em Angola um goza feriados, vai à praia e vira lagosta. Diz que o sol queima tudo e, depois de lhe perguntar se já 'fez as unhas na rua', diz ainda não ter visto essas personagens.
Cá dentro, lá mais para o sul, há uma casa nova para estrear. Enquanto a cara metade vai dar as suas aulinhas, ele divide o tempo entre entrevistas de empregos e a limpar a casa... e nós a pensarmos que o rapaz já estava com uma tendinite devido ao comando da PS3! Somos muito mauzinhos!
Bom, bem mais perto, a dois passos de nós, os computadores andam em manobras. Desinstala, instala, reinstala e pelo meio lá vão havendo uns telefonemas via Skype para os amigos.
E assim, cada um no seu canto e à sua maneira, estão os três bem.
Ainda bem. Assim, é sempre bom receber boas notícias.
Em Angola um goza feriados, vai à praia e vira lagosta. Diz que o sol queima tudo e, depois de lhe perguntar se já 'fez as unhas na rua', diz ainda não ter visto essas personagens.
Cá dentro, lá mais para o sul, há uma casa nova para estrear. Enquanto a cara metade vai dar as suas aulinhas, ele divide o tempo entre entrevistas de empregos e a limpar a casa... e nós a pensarmos que o rapaz já estava com uma tendinite devido ao comando da PS3! Somos muito mauzinhos!
Bom, bem mais perto, a dois passos de nós, os computadores andam em manobras. Desinstala, instala, reinstala e pelo meio lá vão havendo uns telefonemas via Skype para os amigos.
E assim, cada um no seu canto e à sua maneira, estão os três bem.
Ainda bem. Assim, é sempre bom receber boas notícias.
TGiF
O dia de ontem foi para ESQUECER. A semana que acaba é para ESQUECER.
Aconteceu de tudo o que não acontecia há muito e sem o qual eu viva bem, bem melhor até!
Eu que tinha decidido não me deixar pelas exaltações dos outros, ontem consegui bisar.
Fantástico! Nervos à flor da pele, definitivamente.
Mas hoje é Sexta-feira e esperam-me dois dias de descanso, longe de problemas e de más disposições.
Do meu fim-de-semana só espero a minha rotina. Preciso dela, preciso de me levantar de manhã, ir dar o meu passei matinal, de ver as minhas n«montras preferidas, entrar nas minhas lojas de eleição, de tomar o meu chá ( café era dantes) na Brasileira a ou no Kapa.
Preciso de almoçar a minha salada de fruta de quando o L. vai trabalhar (ele vai), preciso de ir ter com a minha amiga M. e certamente irei precisar de ir tratar do meu cabelo e das minhas unhas.
Preciso de no Domingo ter os meus Pais comigo ao almoço e preciso do meu Domingo à tarde a passar a ferro, ver TV e brincar com os Focinhos.
Não irei dispensar a minha sopinha de fim de fim-de-semana. Faz parte.
Não importa se vai chover ou não. É-me indiferente.
Quero é sair do turbilhão em que se tornou esta semana.
E pronto, venha lá o fim-de-semana.
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
Aconteceu de tudo o que não acontecia há muito e sem o qual eu viva bem, bem melhor até!
Eu que tinha decidido não me deixar pelas exaltações dos outros, ontem consegui bisar.
Fantástico! Nervos à flor da pele, definitivamente.
Mas hoje é Sexta-feira e esperam-me dois dias de descanso, longe de problemas e de más disposições.
Do meu fim-de-semana só espero a minha rotina. Preciso dela, preciso de me levantar de manhã, ir dar o meu passei matinal, de ver as minhas n«montras preferidas, entrar nas minhas lojas de eleição, de tomar o meu chá ( café era dantes) na Brasileira a ou no Kapa.
Preciso de almoçar a minha salada de fruta de quando o L. vai trabalhar (ele vai), preciso de ir ter com a minha amiga M. e certamente irei precisar de ir tratar do meu cabelo e das minhas unhas.
Preciso de no Domingo ter os meus Pais comigo ao almoço e preciso do meu Domingo à tarde a passar a ferro, ver TV e brincar com os Focinhos.
Não irei dispensar a minha sopinha de fim de fim-de-semana. Faz parte.
Não importa se vai chover ou não. É-me indiferente.
Quero é sair do turbilhão em que se tornou esta semana.
E pronto, venha lá o fim-de-semana.
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
Taxi
Porque é que sempre que ando de táxi me sinto burlada?Hoje tive que fazer duas vezes, de táxi, o mesmo percurso. Paguei valores diferentes.
O pior é que me limito a pagar depois de ver o taxista sempre a mexer no taxímetro e o valor sempre a subir.
Felizmente são as poucas vezes que uso este transporte.
Não me consigo decidir...

Comprada a viagem, falta encontrar o hotel.
Requisitos: Seja central, tenha wi-fi e opção de pequeno-almoço.
Há muitos, pois. Os preços até nem são muito maus, tendo em conta que não vai ser preciso carro e que os transportes públicos estão ali à mão.
Como ficam todos bem na fotografia, a escolha é difícil.
Sugestões?
quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
Google & Norman Rockwell
Não resisti a colocar aqui a 'cara' do Google de hoje. Adorei.
É a homenagem a Norman Rockwell.

É a homenagem a Norman Rockwell.

Norman Rockwell (Nova Iorque, 3 de Fevereiro de 1894 — Stockbridge, Massachusetts, 8 de Novembro de 1978) foi um pintor e ilustrador norte-americano.
terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
Rosa Lobato de Faria (Lisboa, 20 de Abril de 1932 - Lisboa, 2 de Fevereiro de 2010)
Notícias destas dispensam-se.
Quem me quiser há-de saber as conchas
a cantiga dos búzios e do mar.
Quem me quiser há-de saber as ondas
e a verde tentação de naufragar.
a cantiga dos búzios e do mar.
Quem me quiser há-de saber as ondas
e a verde tentação de naufragar.
Quem me quiser há-de saber as fontes,
a laranjeira em flor, a cor do feno,
a saudade lilás que há nos poentes,
o cheiro de maçãs que há no inverno.
a laranjeira em flor, a cor do feno,
a saudade lilás que há nos poentes,
o cheiro de maçãs que há no inverno.
Quem me quiser há-de saber a chuva
que põe colares de pérolas nos ombros
há-de saber os beijos e as uvas
há-de saber as asas e os pombos.
que põe colares de pérolas nos ombros
há-de saber os beijos e as uvas
há-de saber as asas e os pombos.
Quem me quiser há-de saber os medos
que passam nos abismos infinitos
a nudez clamorosa dos meus dedos
o salmo penitente dos meus gritos.
que passam nos abismos infinitos
a nudez clamorosa dos meus dedos
o salmo penitente dos meus gritos.
Quem me quiser há-de saber a espuma
em que sou turbilhão, subitamente
- Ou então não saber coisa nenhuma
e embalar-me ao peito, simplesmente.
em que sou turbilhão, subitamente
- Ou então não saber coisa nenhuma
e embalar-me ao peito, simplesmente.
Etiquetas:
Poesia,
Poetas Portugueses,
Rosa Lobato de Faria
Chávenas Nespresso #1
Adoro chávenas de café. Quem me conhece sabe bem disso.
Também sabem que as minha preferidas são as da Vista Alegre e quanto mais antigas melhor.
Gosto também das Versace by Rosenthal (alemã) , de algumas da Spal (portuguesa) e estou a adorar as edições especiais feitas para a Nespresso.
Linda esta chávenas espresso e lungo da colecção "Descafeinados" desenhadas por Titoone edição limitada.
Na próxima encomenda de cápsulas vem junto.
Também sabem que as minha preferidas são as da Vista Alegre e quanto mais antigas melhor.
Gosto também das Versace by Rosenthal (alemã) , de algumas da Spal (portuguesa) e estou a adorar as edições especiais feitas para a Nespresso.
Linda esta chávenas espresso e lungo da colecção "Descafeinados" desenhadas por Titoone edição limitada.
Na próxima encomenda de cápsulas vem junto.
Escândalos
Nunca um governo foi tão envolvido em escandaleiras como o actual.
Quando palavras como 'bronca', 'escândalo', 'fraude' e afins aparece o governo está lá!
Sucatas, bancos, outlets, media... e o governo.
Agora Mário Crespo, um dos últimos profissionais que, na minha opinião, ainda pode ser conotado de
Não começa a ser demais?
Está-se a tornar banal esta moda. E, fosse eu governo, agradecia. No fim fica tudo em 'oremos' e entretanto o governo foi tratando da nossa, e da dele, vida à sua maneira! Cá o Zé está ocupado com o desenrolar das 'fofocas' (leia-se bronca', 'escândalo', 'fraude' e afins) .
Quando palavras como 'bronca', 'escândalo', 'fraude' e afins aparece o governo está lá!
Sucatas, bancos, outlets, media... e o governo.
Agora Mário Crespo, um dos últimos profissionais que, na minha opinião, ainda pode ser conotado de
Não começa a ser demais?
Está-se a tornar banal esta moda. E, fosse eu governo, agradecia. No fim fica tudo em 'oremos' e entretanto o governo foi tratando da nossa, e da dele, vida à sua maneira! Cá o Zé está ocupado com o desenrolar das 'fofocas' (leia-se bronca', 'escândalo', 'fraude' e afins) .
segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
Do baú
Enviaram-me esta foto há horas atrás. Foi tirada no final de um jogo de futebol, que era habitual fazer antes dos jantares de férias.

Foi num campo de futebol perto de Barcelos e o jantar que se seguiu foi uma aventura. No café ao lado do restaurante, jogava-se snooker e a partir de uma certa altura, sabe-se lá porquê, começaram a andar cadeiras e tacos pelo ar.
Algumas cabeças a sangrar saíram de lá.
Um pormenor engraçado sobre a foto é que algumas pessoas não se reconheceram nela... oh tempo o que tu nos fazes!

Foi num campo de futebol perto de Barcelos e o jantar que se seguiu foi uma aventura. No café ao lado do restaurante, jogava-se snooker e a partir de uma certa altura, sabe-se lá porquê, começaram a andar cadeiras e tacos pelo ar.
Algumas cabeças a sangrar saíram de lá.
Um pormenor engraçado sobre a foto é que algumas pessoas não se reconheceram nela... oh tempo o que tu nos fazes!
Quem se lembra?
Nada a declarar
Depois de um fim-de-semana de nada fazer.
A mim espera-me agora uma semana com o Cholagutt atrelado a mim. (Quando é que isto melhora?). O pior é que não aconteceu nada que justifique esta recaída!
A mim espera-me agora uma semana com o Cholagutt atrelado a mim. (Quando é que isto melhora?). O pior é que não aconteceu nada que justifique esta recaída!
domingo, 31 de Janeiro de 2010
O Gauchão
Foi a primeira vez que fui ao Gauchão. Fiquei fã. Comida boa, atendimento cuidado e ...

...animação, muita animação.

Vejam só o Seu Paulo todo animado...


...animação, muita animação.

Vejam só o Seu Paulo todo animado...
sábado, 30 de Janeiro de 2010
Cenas de um Casamento
Um tacho;
Uma sertã ( eu sou do norte);
Um escorredor de legumes;
Um prato;
Um copo;
Uma tábua;
Facas, garfos, comheres;
Esta é a lista de utensílos de cozinha que o L. precisou ontem para fazer o jantar dele!.
Foi lindo ver esta tralha toda dentro da banca quando cheguei a casa.
Uma sertã ( eu sou do norte);
Um escorredor de legumes;
Um prato;
Um copo;
Uma tábua;
Facas, garfos, comheres;
Esta é a lista de utensílos de cozinha que o L. precisou ontem para fazer o jantar dele!.
Foi lindo ver esta tralha toda dentro da banca quando cheguei a casa.
Até já Paulo
Oi Cris, seu telefone está tocando outra vez. Pôxa, o cara que quer falar com você está nervoso.
Loirinha, você hoje trouxe o urso?
Cris, tem que trazer uma bolachinha de chocolate. Estas não sabem a nada!
Minina quer balinha?
Estas frases para além do cheirinho do café fresquinho pela manhã, não vamos ter mais não. Segunda-feira já não temos o Seu Paulo. Novos desafios o aguardam.
E ontem foi o jantar de despedida dele. Como bom Brasileiro que é, fizemos o jantar no Gauchão, um restaurante brasileiro. Foi comer, comer, comer, beber, beber e dançar, dançar.
Divertimo-nos à brava. Ele estava feliz.
E já ia longa a noite quando o Paulo nos deixou com um sorriso e uma lágrima no canto do olho.
Nós também ficamos com um sorriso e uma lágrima no canto do olho.
Até já Paulo. Para a próxima semana vamos todos almoçar. Legal?
Loirinha, você hoje trouxe o urso?
Cris, tem que trazer uma bolachinha de chocolate. Estas não sabem a nada!
Minina quer balinha?
Estas frases para além do cheirinho do café fresquinho pela manhã, não vamos ter mais não. Segunda-feira já não temos o Seu Paulo. Novos desafios o aguardam.
E ontem foi o jantar de despedida dele. Como bom Brasileiro que é, fizemos o jantar no Gauchão, um restaurante brasileiro. Foi comer, comer, comer, beber, beber e dançar, dançar.
Divertimo-nos à brava. Ele estava feliz.
E já ia longa a noite quando o Paulo nos deixou com um sorriso e uma lágrima no canto do olho.
Nós também ficamos com um sorriso e uma lágrima no canto do olho.
Até já Paulo. Para a próxima semana vamos todos almoçar. Legal?
sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
E como não há duas sem três...
...hoje também é o último dia do David.
Não, não se vai reformar, nem vai para Angola. Vai para a terra dele, para Lisboa.
Tinha vindo para Braga por amor. Ironicamente, o amor dele foi colocado em Lisboa.
Agora com o o amor em Lisboa, ele mais uma vez corre atrás dele.
O Amor é lindo.
Felicidades David.
Não, não se vai reformar, nem vai para Angola. Vai para a terra dele, para Lisboa.
Tinha vindo para Braga por amor. Ironicamente, o amor dele foi colocado em Lisboa.
Agora com o o amor em Lisboa, ele mais uma vez corre atrás dele.
O Amor é lindo.
Felicidades David.
Pensar Alto
Cada vez é mais complicado dar a volta aos incomodados.
Passo a explicar:
Com tanta gente preocupada com o nosso mal-estar, é cada vez mais difícil encontrar as partes positivas das coisas para levar o barco a bom porto.
Mas encontar-se, mesmo que por vezes pareça não estar lá, ela está, está sempre. É só saber usar a unidade de medida certa...
E como diz a minha Estrelinha: 'Mais vale mal de inveja que dó de piedade.'
A vida é bela.... e TGiF
Passo a explicar:
Com tanta gente preocupada com o nosso mal-estar, é cada vez mais difícil encontrar as partes positivas das coisas para levar o barco a bom porto.
Mas encontar-se, mesmo que por vezes pareça não estar lá, ela está, está sempre. É só saber usar a unidade de medida certa...
E como diz a minha Estrelinha: 'Mais vale mal de inveja que dó de piedade.'
A vida é bela.... e TGiF
E hoje é:
Friday!
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
E hoje há jantar novamente. Desta vez é o jantar de despedida do Paulo.
Novos desafios o esperam.
Felicidades Paulo.
We'll miss you.
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
E hoje há jantar novamente. Desta vez é o jantar de despedida do Paulo.
Novos desafios o esperam.
Felicidades Paulo.
We'll miss you.
quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
Duas etapas
O Júlio foi embora na terça-feira. O Paulo vai amanhã.
Entre os dois nada mais para além disto há em comum.
O Júlio, ainda jovem, sem a responsabilidade de uma família, resolveu trocar a incerteza de um contrato a prazo na empresa, por um contrato em Angola. As malas já as deve ter feito. Parte já este fim-de-semana.
Desejo~lhe as maiores felicidade e louvo a sua atitude. Tem todas as condições para arriscar e tudo para dar certo.
Falamos-nos por aí.
O Paulo esse, também vai começar uma nova etapa da sua vida. O Paulo em tempos, há quase vinte anos, também deixou tudo que tinha no Brasil e com a mulher veio para Portugal. Aqui nasceu uma filha. Aqui fez muitos amigos, aqui passou pelo melhor e pelo pior.
Agora atingiu a idade da reforma. A aventura dele vai ser bem diferente da do Júlio. Vai ter tempo para a família, para ele e para descansar.
Nós, os que trabalhamos de perto com ele, vamos ter saudades da sua simpatia, da sua calma, do seu sentido de humor e do cafézinho feito por ele de manhãzinha.
Satisfaz-nos saber que ele está bem e ... falamos por aí.
Entre os dois nada mais para além disto há em comum.
O Júlio, ainda jovem, sem a responsabilidade de uma família, resolveu trocar a incerteza de um contrato a prazo na empresa, por um contrato em Angola. As malas já as deve ter feito. Parte já este fim-de-semana.
Desejo~lhe as maiores felicidade e louvo a sua atitude. Tem todas as condições para arriscar e tudo para dar certo.
Falamos-nos por aí.
O Paulo esse, também vai começar uma nova etapa da sua vida. O Paulo em tempos, há quase vinte anos, também deixou tudo que tinha no Brasil e com a mulher veio para Portugal. Aqui nasceu uma filha. Aqui fez muitos amigos, aqui passou pelo melhor e pelo pior.
Agora atingiu a idade da reforma. A aventura dele vai ser bem diferente da do Júlio. Vai ter tempo para a família, para ele e para descansar.
Nós, os que trabalhamos de perto com ele, vamos ter saudades da sua simpatia, da sua calma, do seu sentido de humor e do cafézinho feito por ele de manhãzinha.
Satisfaz-nos saber que ele está bem e ... falamos por aí.
Prenda
Uma travessa de louça inglesa.
Adorei.
Quem me conhece sabe que estas para mim tem um valor infinito.
Já não é a primeira vez que esta Amiga me surpreende. É uma querida.
Obrigada Fátima
Quem me conhece sabe que estas para mim tem um valor infinito.
Já não é a primeira vez que esta Amiga me surpreende. É uma querida.
Obrigada Fátima
quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
Andam a passar(-se) coisas por mim que me passam ao lado.
Não gosto nada!
Principalmente quando passam muito rente aos meus delicados pés... é que sou muito sensível nos dedos dos pés.
E quando me tocarem na ponta da unha vou gritar tanto que se vai ouvir do outro lado do planeta. Ai vai vai, garanto.
Não gosto nada!
Principalmente quando passam muito rente aos meus delicados pés... é que sou muito sensível nos dedos dos pés.
E quando me tocarem na ponta da unha vou gritar tanto que se vai ouvir do outro lado do planeta. Ai vai vai, garanto.
terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Lembro-me de o meu Pai ter um amigo que um dia resolveu emigrar para os Estados Unidos. Ainda hoje, ao fim de mais de duas décadas lá está, e ainda hoje eles trocam correspondência. No Natal, na Páscoa e mais uma ou duas vezes por ano. E tudo porque entre o escrever, o enviar, o chegar,o ler e retribuir chegam a passar-se meses. Ou porque o correio se atrasa, ou porque num dia se está muito cansado e deixa-se para o dia seguinte responder à carta, ou porque o tempo passa e são precisas datas assinaláveis como o Natal, os aniversários ou a Páscoa para que o querer cumprir com a tradição seja superior à preguiça.
E assim muitas vezes se perdem os contactos, pois ao fim de algum tempo mesmo nestas datas se deixa de trocar correspondência.
Também me lembro de uma época em que o meu Pai não recebia cartas do Alpoim, o amigo dele. Depois de insistir várias vezes, lá recebeu uma carta escrita numa mistura de português com inglês, com uma caligrafia que não a dele, a dizer que o Alpoim tinha sofrido um AVC e estava no hospital. A letra era de uma filha que já escrevia um português pouco perceptível e com umas palavras em inglês pelo meio.
O caricato de tudo isto é que nem um número de telefone existe, só mesmo aquela morada!
Há dias, em arrumações, encontrei um livrinho de endereços de quando andava no secundário. Está cheio de números de telefone... fixos. Números que provavelmente já não existem ou que pertencem a outras pessoas. Eram os números da casa dos pais dos meus amigos, que eu a querer encontrá-los não saberei como. Alguns deles já nem sei que são, confesso. Outros não me lembrava deles, mas logo os recordei.
Se um dia me cruzar com eles em algum lugar, será mais uma pessoa como tantas outras a cruzar-se comigo. Não saberei que são eles.
E lembrei-me eu disto porque hoje um colega de trabalho despediu-se de nós. Vai trabalhar para Angola.
O problema do Alpoim ou dos meus amiguinhos da lista de contactos não vai existir e isto porque há telemóveis e email. Deixou-nos todos esses contactos e estaremos à distância de um teclado sempre: o do computador ou o do telefone.
Bendita Internet e bendito telefone móvel... torna o Mundo tão mais pequeno, pela positiva.
Houvesse Internet e telemóvel há duas décadas atrás e hoje poderia ainda saber se o Gonçalo sempre tirou o curso de arquitectura que ele tanto queria, se o Tomás é engenheiro Informático, ou se a Clara realizou o sonho de ir trabalhar para a PT.
E será que a Paula foi para Paris para que o Moisés, o namorado, estudasse artes? E o Norberto, será piloto de aviões de longo curso? E o Luís tirou veterinária?
Não sei, mas gostava de saber. Gostava de saber que eles realizaram os sonhos deles, que estão bem e são felizes.
E assim muitas vezes se perdem os contactos, pois ao fim de algum tempo mesmo nestas datas se deixa de trocar correspondência.
Também me lembro de uma época em que o meu Pai não recebia cartas do Alpoim, o amigo dele. Depois de insistir várias vezes, lá recebeu uma carta escrita numa mistura de português com inglês, com uma caligrafia que não a dele, a dizer que o Alpoim tinha sofrido um AVC e estava no hospital. A letra era de uma filha que já escrevia um português pouco perceptível e com umas palavras em inglês pelo meio.
O caricato de tudo isto é que nem um número de telefone existe, só mesmo aquela morada!
Há dias, em arrumações, encontrei um livrinho de endereços de quando andava no secundário. Está cheio de números de telefone... fixos. Números que provavelmente já não existem ou que pertencem a outras pessoas. Eram os números da casa dos pais dos meus amigos, que eu a querer encontrá-los não saberei como. Alguns deles já nem sei que são, confesso. Outros não me lembrava deles, mas logo os recordei.
Se um dia me cruzar com eles em algum lugar, será mais uma pessoa como tantas outras a cruzar-se comigo. Não saberei que são eles.
E lembrei-me eu disto porque hoje um colega de trabalho despediu-se de nós. Vai trabalhar para Angola.
O problema do Alpoim ou dos meus amiguinhos da lista de contactos não vai existir e isto porque há telemóveis e email. Deixou-nos todos esses contactos e estaremos à distância de um teclado sempre: o do computador ou o do telefone.
Bendita Internet e bendito telefone móvel... torna o Mundo tão mais pequeno, pela positiva.
Houvesse Internet e telemóvel há duas décadas atrás e hoje poderia ainda saber se o Gonçalo sempre tirou o curso de arquitectura que ele tanto queria, se o Tomás é engenheiro Informático, ou se a Clara realizou o sonho de ir trabalhar para a PT.
E será que a Paula foi para Paris para que o Moisés, o namorado, estudasse artes? E o Norberto, será piloto de aviões de longo curso? E o Luís tirou veterinária?
Não sei, mas gostava de saber. Gostava de saber que eles realizaram os sonhos deles, que estão bem e são felizes.
Praia gelada
O André e a Marisa, dois amigos de quem já falei aqui, passaram o fim-de-semana na praia.
Banal, pelo menos para nós, se eles vivessem num país do hemisfério sul e estivessem a usufruir de temperaturas na ordem dos 30ºC.
Mas não, eles vivem na Noruega, em Stavanger e o cenário é um bocadinho diferente do que estamos habituados a ver como um cenário de praia.
Mas lindo e frio concerteza.
A casa onde ficaram...
A vista para o mar
Parque para barcos

O mar completamente gelado. O barco 'encalhado' no gelo.
Uma cascata congelada.
Banal, pelo menos para nós, se eles vivessem num país do hemisfério sul e estivessem a usufruir de temperaturas na ordem dos 30ºC.
Mas não, eles vivem na Noruega, em Stavanger e o cenário é um bocadinho diferente do que estamos habituados a ver como um cenário de praia.
Mas lindo e frio concerteza.
A casa onde ficaram...
A vista para o mar
Parque para barcos
O mar completamente gelado. O barco 'encalhado' no gelo.
Uma cascata congelada.
Etiquetas:
Amigos,
Marisa e André,
Noruega,
Praia,
Stavanger
segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
O melhor de 2010 será o pior de 2009
Foi esta a resposta que obtive numa brincadeira do Facebook.
Não sei não, mas pelo que estou a ver as coisas encaminham-se para isso.

Há uns meses atrás resolvi mudar a minha forma de estar perante o que se passava à minha volta. Foi então que 'construí' uma concha e de dentro dela observava e deixava as coisas passarem, mesmo que rente a mim. Só que de tão rente que passaram e de tantas vezes o fazerem, feriram a minha concha e fragilizaram-na. De tal modo que ouço novamente o ruído que vem do exterior e isso não me agrada nada, por muitas razões.
Agora tenho duas hipóteses: reconstruir a concha, aproveitando o momento para a fortalecer, ou então sair para o campo e lutar com todas as minhas forças.
Confesso que a segunda não é a opção de meu maior agrado. Não houvesse outras razões bastaria o facto de achar que será (seria) um desperdício. Lutar é quando achamos que vale a pena e a causa é nobre. Por causas perdidas não vale de nada.
Assim, e enquanto a concha não é resconstruida terei de repartir o meu tempo entre a sua reconstrução e o enxotanço.
Acho que vou arranjar uma daquelas placas que dizem 'Desvio' para que quando passarem por perto se afastarem.
Quero paz, sossego e acima de tudo preservar a minha saúde, física e mental. As náuseas voltaram, o Chollagut teve de intervir novamente e não pode ser assim.
Será pedir muito que me deixem no meu canto? Que me deixem viver a minha vida? Incomoda assim tanto o meu bem-estar?
O melhor de 2010 será o pior de 2009
Cabe-me a mim contrariar isto ... e vou fazê-lo.
Foi esta a resposta que obtive numa brincadeira do Facebook.
Não sei não, mas pelo que estou a ver as coisas encaminham-se para isso.

Há uns meses atrás resolvi mudar a minha forma de estar perante o que se passava à minha volta. Foi então que 'construí' uma concha e de dentro dela observava e deixava as coisas passarem, mesmo que rente a mim. Só que de tão rente que passaram e de tantas vezes o fazerem, feriram a minha concha e fragilizaram-na. De tal modo que ouço novamente o ruído que vem do exterior e isso não me agrada nada, por muitas razões.
Agora tenho duas hipóteses: reconstruir a concha, aproveitando o momento para a fortalecer, ou então sair para o campo e lutar com todas as minhas forças.
Confesso que a segunda não é a opção de meu maior agrado. Não houvesse outras razões bastaria o facto de achar que será (seria) um desperdício. Lutar é quando achamos que vale a pena e a causa é nobre. Por causas perdidas não vale de nada.
Assim, e enquanto a concha não é resconstruida terei de repartir o meu tempo entre a sua reconstrução e o enxotanço.
Acho que vou arranjar uma daquelas placas que dizem 'Desvio' para que quando passarem por perto se afastarem.
Quero paz, sossego e acima de tudo preservar a minha saúde, física e mental. As náuseas voltaram, o Chollagut teve de intervir novamente e não pode ser assim.
Será pedir muito que me deixem no meu canto? Que me deixem viver a minha vida? Incomoda assim tanto o meu bem-estar?
O melhor de 2010 será o pior de 2009
Cabe-me a mim contrariar isto ... e vou fazê-lo.
domingo, 24 de Janeiro de 2010
E hoje foi dia de festejar...
E hoje foi dia de festejar o aniversário da D. Odeta. Ao contrário do meu Pai, a minha Mãe começa a lidar mal com a idade. Enquanto o meu Pai faz tem um grande orgulho na idade que tem e no que é capaz de fazer. Correr 20 km de 2 em dois dias não é para qualquer um, muito menos para quem já apagou 71 velas.
Mas estava feliz a minha Mãe. Estava feliz eu... estávamos todos felizes.
Quero-te ver soprar as 70.
sábado, 23 de Janeiro de 2010
Momentos...
Do jantar com o record de participantes, momentos:
A(s) mesa(s),

Adultos confraternizando...
Crianças brincando...


A parte menos boa, que nem podemos dizer má, foi a comida. Havia em abundância, eram dois pratos, mas a confecção não era do agrado de todos. Para mim, que estou habituada a pouco sal estava salgada...
Antes do jantar as pessoas foram-se reunindo à volta de mesas redondas onde foram servidas as entradas. A mesa de jantar mais parecia a mesa de um casamento pelo tamanho e pela decoração: toalhas pretas com organzas rosa choque.
E o tempo passou e os primeiros começaram a sair com as crianças vencidas pelo cansaço. Os que não tinham crianças foram ficando e o relógio marcava para além das duas quando se apagaram as luzes da sala.
Pormenor: não foi a primeira vez que se apagaram as luzes da sala naquela noite. Foi pelo menos a quarta, pois durante a noite sempre que aumentavam à temperatura do aquecimento, havia corte de energia.
O assunto foi levado na brincadeira e aproveitamos para de todas as vezes ligar os displays dos telemovéis ( poucos são os que ainda fumam, logo poucos eram os isqueiros) e cantar os parabéns.
Nós somos assim mesmo, rentabilizamos os momentos e fazemos deles coisas boas, mesmo que tenham pouco para o ser.
E o do próximo ano já está combinado...
( Há fotos bem melhores que estas do jantar, mas reconhecem-se as pessoas. Só as publicarei depois de ter autorização...)
A(s) mesa(s),

Adultos confraternizando...
Crianças brincando...
A parte menos boa, que nem podemos dizer má, foi a comida. Havia em abundância, eram dois pratos, mas a confecção não era do agrado de todos. Para mim, que estou habituada a pouco sal estava salgada...
Antes do jantar as pessoas foram-se reunindo à volta de mesas redondas onde foram servidas as entradas. A mesa de jantar mais parecia a mesa de um casamento pelo tamanho e pela decoração: toalhas pretas com organzas rosa choque.
E o tempo passou e os primeiros começaram a sair com as crianças vencidas pelo cansaço. Os que não tinham crianças foram ficando e o relógio marcava para além das duas quando se apagaram as luzes da sala.
Pormenor: não foi a primeira vez que se apagaram as luzes da sala naquela noite. Foi pelo menos a quarta, pois durante a noite sempre que aumentavam à temperatura do aquecimento, havia corte de energia.
O assunto foi levado na brincadeira e aproveitamos para de todas as vezes ligar os displays dos telemovéis ( poucos são os que ainda fumam, logo poucos eram os isqueiros) e cantar os parabéns.
Nós somos assim mesmo, rentabilizamos os momentos e fazemos deles coisas boas, mesmo que tenham pouco para o ser.
E o do próximo ano já está combinado...
( Há fotos bem melhores que estas do jantar, mas reconhecem-se as pessoas. Só as publicarei depois de ter autorização...)
E foi assim
Este ano batemos o record de participantes: éramos 69... mais a Bruninha, a mais nova participante, a bebé de 4 meses, um mimo.
Com uma sala só para nós, o ambiente esteve bom, muito bom mesmo. Estivemos à vontade e rimos, brincamos, as crianças tiveram por onde correr e saltar. Por tudo isto valeu a pena.
Quanto à comida, a expectativa era grande e era esperada mais qualidade. Do ano passado a fasquia vinha muito alta, o que também não ajudou e nos fez menos tolerantes.
Mesmo assim ficamos com um balanço positivo. Afinal o mais importante é o convívio e darmos a conhecer o nosso 'eu' sem cartão marcado e acabamos por descobrir que há pessoas que são verdadeiras pérolas.
Há muitas fotos que dado o adiantado da hora não vou publicar agora. Fica para amanhã, aliás para logo.
Com uma sala só para nós, o ambiente esteve bom, muito bom mesmo. Estivemos à vontade e rimos, brincamos, as crianças tiveram por onde correr e saltar. Por tudo isto valeu a pena.
Quanto à comida, a expectativa era grande e era esperada mais qualidade. Do ano passado a fasquia vinha muito alta, o que também não ajudou e nos fez menos tolerantes.
Mesmo assim ficamos com um balanço positivo. Afinal o mais importante é o convívio e darmos a conhecer o nosso 'eu' sem cartão marcado e acabamos por descobrir que há pessoas que são verdadeiras pérolas.
Há muitas fotos que dado o adiantado da hora não vou publicar agora. Fica para amanhã, aliás para logo.
sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
Hoje foi para mim...
E hoje a tarde foi para mim. Decidi 'recauchutar-me'. Por volta das duas saí de fininho do escritório e fui-me entregar Às mãos da cabeleireira e da esteticista.
Fiz tudo a que tinha direito: cabelo ( tenho o preto de volta, a minha cor), pés, mãos, sobrancelhas,... Tudo mesmo!
Saí de lá a sentir-me mais leve uns quilos, a parte pior, é que foi mesmo só a sentir, pois mesmo com toda esta privação de chocolates, doces, fritos e afins... nem um grama!
E agora ala que se faz tarde... há jantar de AmiComCas.
Fiz tudo a que tinha direito: cabelo ( tenho o preto de volta, a minha cor), pés, mãos, sobrancelhas,... Tudo mesmo!
Saí de lá a sentir-me mais leve uns quilos, a parte pior, é que foi mesmo só a sentir, pois mesmo com toda esta privação de chocolates, doces, fritos e afins... nem um grama!
E agora ala que se faz tarde... há jantar de AmiComCas.
Mãe
Lembras-te daqueles xi-corações que eu te dava quando era pequenina? Em que os meus bracinhos não te abraçavam toda, mas que eram tão intensos que nada há para medir o seu tamanho?
Claro que te lembras e é um desse que eu te vou dar logo que esteja contigo...
Claro que te lembras e é um desse que eu te vou dar logo que esteja contigo...
TGiF
Hoje, para além de ser Sexta-feira, a minha Mãe faz anos e tenho o Jantar dos AmiComcas.
Muito para dizer:
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
E ainda:
Parabéns Mamã... adoro-te. Tu e o Pai são os meus maiores tesouros.
Muito para dizer:
TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
E ainda:
Parabéns Mamã... adoro-te. Tu e o Pai são os meus maiores tesouros.
Hoje o dia ainda é mais importante que os outros
Lembro-me particularmente de uma prenda que ofereci à minha Mãe no aniversário dela. Devia ter aí uns sete anos e resolvi fazer-lhe um colar... cm papel de lustro!
Lembro-me que tinha um caderno desse papel com cores muito fortes: verde, azul, rosa, laranja, vermelho e também branco e preto.
Resolvi então cortar o papel em tiras de cerca de cinco centímetros e rematar as pontas em bico. Passei cola na parte de dentro do papel e enrolei as tiras numa agulha de croché. Depois de secas enfiei-as num fio e dei um nó. Meti num envelope branco onde na parte de fora desenhei umas flores, também todas cheias de cor.
Andei imensos dias afazer aquilo. Fazia Às escondidas no quarto antes da hora do jantar e quando a minha Mãe me ia chamar para jantar eu escondia as coisas.
É claro que a minha Mãe nunca usou o colar. Guardou na gaveta da mesinha de cabeceira, dizendo que quando chegasse a Primavera iria arranjar uma blusa para poder usar o colar. E sempre que eu abria a gaveta da mesinha de cabeceira saía a pergunta:Ó Mãe ainda não arranjaste a blusa?'. Enquanto não foi Primavera a desculpa de esperar serviu, depois passou para 'Ainda não encontrei uma que combinasse com essas cores.'-dizia-me ela.
Eu acreditava. Eu tinha sete anos. E tinha a convicção de que o colar era lindíssimo e que ela podia perfeitamente usá-lo na rua, por isso a questão era mesmo a blusa. Para além disso a minha Mãe era e é uma pessoa com gostos muito singulares a quem nem tudo agrada, principalmente o que agrada a todos. É pessoa de fazer as suas próprias modas... não fosse ela conhecida como a 'miss de S. Pedro' na freguesia onde nasceu e morou até casar.
Sim a minha Mãe é especial porque é minha Mãe e porque é mesmo uma Mulher muito especial. Não tem medo das pessoas. Já em miúda enfrentava os rapazes mais velhos, maiores que ela... defendia o primo e ia-lhes fazer esperas à porta da escola para tirar satisfações sobre as maldades que eles faziam ao primo mais novo que ela um ano.
Mas tem medo, pavor até, das acções da Mãe Natureza, do vento, tem muito medo do vento. Tem pavor da trovoada, mesmo depois de numa noite de trovoada o meu Avô a ter obrigado a ver a trovoada à janela. Tem medo do Mar e tem um medo tal, que atá a palavra lhe custa pronunciar, do cancro. Quantas vezes não a ouvi dizer: 'Deus nosso Senhor nos livre dessa doença.'. Ironicamente foi a ela que tocou cuidar do meu avô na sua doença quando já em estado terminal, o que ela fez de uma forma tal que o médico de família a convidou para fazer voluntariado num hospital ou até mesmo tirar um curso de enfermagem.
Sim é uma mulher especial. Tão forte como fraca. Tão meiga como rude. Não, não é uma mulher do meio termo, é de extremos que Às vezes nos leva a temer pela sua reacção.
É a minha Mãe e muito haveria para dizer sobre ela, mas seria pouco.
Ela hoje faz anos e cada ano que passa este dia continua a ter mais importância porque a tenho comigo e que seja por muitos anos. Não me consigo imaginar sem ela e sem o meu Pai.
Um dia que isso aconteça todo o chão desaparecerá debaixo dos meus pés e nem eu, nem o meu viver serão os mesmo. Que longe estejam esses dias.
E como o dia de hoje é de festa, vou-lhe ligar já já.
Lembro-me que tinha um caderno desse papel com cores muito fortes: verde, azul, rosa, laranja, vermelho e também branco e preto.
Resolvi então cortar o papel em tiras de cerca de cinco centímetros e rematar as pontas em bico. Passei cola na parte de dentro do papel e enrolei as tiras numa agulha de croché. Depois de secas enfiei-as num fio e dei um nó. Meti num envelope branco onde na parte de fora desenhei umas flores, também todas cheias de cor.
Andei imensos dias afazer aquilo. Fazia Às escondidas no quarto antes da hora do jantar e quando a minha Mãe me ia chamar para jantar eu escondia as coisas.
É claro que a minha Mãe nunca usou o colar. Guardou na gaveta da mesinha de cabeceira, dizendo que quando chegasse a Primavera iria arranjar uma blusa para poder usar o colar. E sempre que eu abria a gaveta da mesinha de cabeceira saía a pergunta:Ó Mãe ainda não arranjaste a blusa?'. Enquanto não foi Primavera a desculpa de esperar serviu, depois passou para 'Ainda não encontrei uma que combinasse com essas cores.'-dizia-me ela.
Eu acreditava. Eu tinha sete anos. E tinha a convicção de que o colar era lindíssimo e que ela podia perfeitamente usá-lo na rua, por isso a questão era mesmo a blusa. Para além disso a minha Mãe era e é uma pessoa com gostos muito singulares a quem nem tudo agrada, principalmente o que agrada a todos. É pessoa de fazer as suas próprias modas... não fosse ela conhecida como a 'miss de S. Pedro' na freguesia onde nasceu e morou até casar.
Sim a minha Mãe é especial porque é minha Mãe e porque é mesmo uma Mulher muito especial. Não tem medo das pessoas. Já em miúda enfrentava os rapazes mais velhos, maiores que ela... defendia o primo e ia-lhes fazer esperas à porta da escola para tirar satisfações sobre as maldades que eles faziam ao primo mais novo que ela um ano.
Mas tem medo, pavor até, das acções da Mãe Natureza, do vento, tem muito medo do vento. Tem pavor da trovoada, mesmo depois de numa noite de trovoada o meu Avô a ter obrigado a ver a trovoada à janela. Tem medo do Mar e tem um medo tal, que atá a palavra lhe custa pronunciar, do cancro. Quantas vezes não a ouvi dizer: 'Deus nosso Senhor nos livre dessa doença.'. Ironicamente foi a ela que tocou cuidar do meu avô na sua doença quando já em estado terminal, o que ela fez de uma forma tal que o médico de família a convidou para fazer voluntariado num hospital ou até mesmo tirar um curso de enfermagem.
Sim é uma mulher especial. Tão forte como fraca. Tão meiga como rude. Não, não é uma mulher do meio termo, é de extremos que Às vezes nos leva a temer pela sua reacção.
É a minha Mãe e muito haveria para dizer sobre ela, mas seria pouco.
Ela hoje faz anos e cada ano que passa este dia continua a ter mais importância porque a tenho comigo e que seja por muitos anos. Não me consigo imaginar sem ela e sem o meu Pai.
Um dia que isso aconteça todo o chão desaparecerá debaixo dos meus pés e nem eu, nem o meu viver serão os mesmo. Que longe estejam esses dias.
E como o dia de hoje é de festa, vou-lhe ligar já já.
quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010
Hoje estou assim...
Há dias que me sinto invadida por uma solidão tão grande, tão grande que nem eu sei quantificar....
... contrariando isso, sou uma pessoa que gosta, que tem necessidade, de estar só!
... contrariando isso, sou uma pessoa que gosta, que tem necessidade, de estar só!
Estou a tornar-me repetitiva mas, há pessoas, muitas, que me cansam a paciência!
E parece que escolheram todas a mesma altura. Provavelmente foram alguns astros que se cruzaram e provocaram esta tendência.
E parece que escolheram todas a mesma altura. Provavelmente foram alguns astros que se cruzaram e provocaram esta tendência.
terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
Estou a ficar farta de coisas tais como...
... das pessoas que fazem dos outros lenços descartavéis: usa e deita fora.
A paciência tem limites e a minha está a modos que...
A paciência tem limites e a minha está a modos que...
segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010
O Jantar de Reis dos AmiComCas

Ainda não foi hoje que fui ver o restaurante. O dono não tinha disponibilidade. Marquei para amanhã.
Em termos de requinte não espero que supere o do ano passado (Flor do Sal), que para além de ter uma comida óptima tem uma decoração linda, onde o casamento entre o antigo e o moderno é perfeito...
Infelizmente, segundo relatos de pessoas que ultimamente por lá passaram, a relação preço/qualidade piorou drasticamente. Tenho pena. Era, sem dúvida um lugar bastante agradável com uma cozinha fantástica.
(fotos minhas de 2009)
Etiquetas:
AmiComCas,
Fotos Minhas,
Jantar,
Reis,
Restaurante Flôr do Sal
Vamos ajudar o Haiti

O meu Amigo Alberto, sempre atento, colocou no Outras Escritas este artigo do Público. Como nunca é demais este tipo de divulgação, 'copiei'.
Do Público:
Organizações portuguesas que estão a aceitar donativos para o Haiti:
Cáritas Portuguesa – pode fazer donativos na conta "Cáritas Ajuda Haiti", com o NIB 003506970063000753053 da Caixa Geral de Depósitos
Cruz Vermelha Portuguesa – pode fazer donativos para o Fundo de Emergência da organização em vários bancos, indicados no site http://www.cruzvermelha.pt/cvp_t/, ou por telefone para o número 760 20 22 22 de atendimento automático (custo da chamada é de 0,60€ + IVA)
Ajude a Missão de emergência da AMI no Haiti – contribua para esta missão através do NIB: 0007 001 500 400 000 00672 Multibanco: Entidade 20909 Referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços
Associação Amurt – contribua para esta organização através da conta na CGD. NIB: 0035 2168 00020393630 21 ou cheque à ordem de Amurt - Associação de Apoio Social e Humanitário, enviados para Rua Visconde de Santarém, nº 71 3º andar, Sala 1 1000 - 286 Lisboa. Mais informações em http://www.amurt.pt/donativos
Angariação de Fundos "Emergência no Haiti" da Oikos – contribua para esta campanha com transferências bancárias para o NIB: 0035 0355 00029529630 85, em conta da Caixa Geral de Depósitos.
Associação para a Cooperação, Intercâmbio e Cultura – os donativos poderão ser feitos através do número bancário 0033.0000 45207093568 05 e os bens alimentares não perecíveis e medicamentos devem ser entregues na sede da associação, na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, em Lisboa.
Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência – foi aberta uma conta destinada a recolher donativos para respostas de emergência (0046 0017 00600031123 74).
Rede Miqueias (de igrejas evangélicas) – campanha SOS Haiti – donativos para a conta 0697 6358 596 30, da Caixa Geral de Depósitos (NIB - 0035 0697 0063 5859 63074)
Campanha de angariação de fundos "SOS Haiti" para apoiar a Cruz Vermelha, da Bolsa de Valores Sociais, projecto promovido pela Euronext Lisbon, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundação EDP – pode contribuir registando-se na plataforma, em www.bvs.org.pt, como investidor social, seleccionar a opção "SOS Haiti" e escolher montande a doar e a forma de pagamento que pretende utilizar.
domingo, 17 de Janeiro de 2010
E assim se dá por encerrado o programa de Festas de Natal 2009...
Aventuras na cozinhas com o wok
Não faço segredo do facto de não gostar de de cozinhar. Aliás DETESTO!
Tira panela, põe panela ao lume, mexe panela, tira panela do lume, serve comida, levanta mesa, lava panela, arruma panela. Entretanto volta ao mesmo, põe panela ao lume... irra! Não sei como alguém ( e são muitos) pode gostar disto!
E tudo isto tem uma parte ainda pior, que é no início saber o que por na panela!
Ontem decidi abrir uma excepção e por de lado esta minha inimizade pelas panelas e ceder a minha imaginação ao serviço da cozinha.
Tirei do fundo da gaveta, pela segunda vez, o wok comprado no Ikea de Matosinhos quando ele abriu, imaginem!
Cogumelos e alho francês para começar. Adicionado 1/4 de caldo de marisco e espera que levante fervura.
Seguiram-se uns bocados de lula e miolo de camarão.
Tira panela, põe panela ao lume, mexe panela, tira panela do lume, serve comida, levanta mesa, lava panela, arruma panela. Entretanto volta ao mesmo, põe panela ao lume... irra! Não sei como alguém ( e são muitos) pode gostar disto!
E tudo isto tem uma parte ainda pior, que é no início saber o que por na panela!
Ontem decidi abrir uma excepção e por de lado esta minha inimizade pelas panelas e ceder a minha imaginação ao serviço da cozinha.
Tirei do fundo da gaveta, pela segunda vez, o wok comprado no Ikea de Matosinhos quando ele abriu, imaginem!
Cogumelos e alho francês para começar. Adicionado 1/4 de caldo de marisco e espera que levante fervura.Seguiram-se uns bocados de lula e miolo de camarão.
sábado, 16 de Janeiro de 2010
Flora da Gucci
Subscrever:
Mensagens (Atom)















