sexta-feira, 14 de março de 2014

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quarta-feira, 12 de março de 2014

On the Air...

Desilusão! 
Durante o voo Funchal-Porto escrevi um post, tirei uma foto lá em cima e... Perdi o rascunho do post!
E como gosto pouco de fazer mais que uma vez a mesma coisa... fico pela foto.

quarta-feira, 5 de março de 2014

468 dias depois...

Lá estamos nós de volta.
O tempo promete cooperar. Alertas, para já, não há. Focinhos acomodados. Mommy a tomar conta da casa...
See you later... in a fantastic island... in middle of the Ocean.

Meanwhile... think about:


segunda-feira, 3 de março de 2014

Oscar Dresses...

Como diz o outro, fossem tão boas actrizes, como são a escolher vestidos e... não sei, não!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A Ginginha sem Rival, tem agora um rival!

A ginginha sem rival, tem agora um rival, o dinheiro, que está nas mãos de um empresário russo, que quer construir um hotel nas instalações!

Inadmissivel deixar morrer uma casa com toda esta tradição, um ex-libris da cidade, a par dos pastéis de Belém, digo-o sem reservas!

J. Manuel L. Cimas, bisavô do fundador, pai de Victor Manuel C. Cimas, Senhor meu padrinho de baptismo, e padrinho de baptismo e casamento de meu Pai.

Do Público de hoje:

'A centenária Ginjinha Sem Rival da Rua das Portas de Santo Antão, uma licoraria que constitui um ex libris da Baixa de Lisboa, corre o risco de fechar definitivamente no próximo dia 1 de Julho.
A empresa proprietária do prédio comunicou recentemente à gerência da loja a denúncia do contrato de arrendamento a partir daquela data.
Nos termos da nova lei do arrendamento urbano, aprovada em 2012, os senhorios dispõem da faculdade de despejar os inquilinos, sem necessidade de qualquer acção judicial. Para o conseguirem, basta que a denúncia do contrato seja comunicada com seis meses de antecedência e tenha por fundamento a “demolição ou realização de obra de remodelação ou restauro profundos que obriguem à desocupação” do espaço arrendado.
Neste caso, a Câmara de Lisboa aprovou há dois anos um projecto de alterações para o edifício — propriedade da Plateia do Aplauso, uma sociedade anónima de capitais russos — que prevê a demolição do interior fortemente degradado e a sua transformação num hotel de apartamentos.
A aprovação do projecto ficou, porém, condicionada à manutenção da “ocupação e função” da pequena loja de 10 metros quadrados ocupada pela Ginjinha Sem Rival, a qual está inscrita no Inventário Municipal do Património anexo ao Plano Director Municipal. A informação camarária que fundamentou a aprovação do projecto hoteleiro refere, aliás, que apenas será autorizada a reabilitação da fachada da licoraria.
O PÚBLICO perguntou nesta quarta-feira à tarde à Câmara de Lisboa se a denúncia do contrato com a Ginjinha Sem Rival não implica o incumprimento da aprovação do projecto e a sua revogação pelo município, mas não foi possível obter resposta até ao momento.
Nuno Gonçalves, gerente do estabelecimento e bisneto do licorista galego que o fundou em 1890, manifestou ao PÚBLICO a sua desolação perante a eventualidade do fecho da casa. Sublinha que o senhorio nem sequer propôs um aumento da renda. O lojista atribuiu a iniciativa da Plateia do Aplauso a “uma aberração da nova lei do arrendamento, que permite acabar com um negócio de 120 anos em seis meses”.
O gerente sublinhou que a empresa vai tentar contestar a denúncia do contrato “de todas as maneiras possíveis e imaginárias” e acrescentou: “Somos completamente contra a descaracterização do centro histórico que está a acontecer em Lisboa, com a sistemática transformação dos edifícios em hotéis com restaurantes no rés-do-chão.”
Nuno Gonçalves entende que a Câmara de Lisboa “tem de ser um parceiro” dos lojistas do comércio tradicional, “porque o que está em causa é a autenticidade de Lisboa, aquilo que a distingue das demais”. Na sua opinião são casas como a Ginjinha Sem Rival que marcam os turistas e põem Lisboa nos roteiros internacionais, e não "os McDonald’s e estabelecimentos do género".
O empresário conta que na campanha para as eleições locais de Setembro já tinha alertado o presidente da autarquia, António Costa, e o vereador Manuel Salgado para o risco que a loja corria, os quais se mostraram “muito sensibilizados”. Depois de receber a comunicação formal da denúncia do contrato, no fim de Dezembro, Nuno Gonçalves contactou a câmara e o Turismo de Lisboa, estando agora à espera do resultado dessas iniciativas.
Lei devia ser revogada
O presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, Miguel Coelho, que enquanto deputado do PS se destacou no combate à actual lei do arrendamento, disse que o caso da Ginjinha Sem Rival mostra que “essa lei devia ser imediatamente revogada”. O autarca classificou a licoraria como “uma instituição e um emblema da cidade” e da freguesia a que preside.
Reagindo também à eventualidade de encerramento da Ginjinha Sem Rival, o movimento cívico Fórum Cidadania remeteu uma carta ao presidente da Câmara de Lisboa em que afirma que, a verificar-se o fecho da casa, "será não só profundamente lamentável, como será mais um péssimo exemplo de má prática camarária em matéria de urbanismo comercial e de defesa e salvaguarda do património cultural da cidade, como assumirá contornos ilegais".
A Plateia do Aplauso, representada pela sociedade de advogados de que é sócio João Pereira da Rosa, antigo presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, afirma, por seu lado, que é sua intenção “respeitar, na íntegra, a decisão de aprovação” da Câmara de Lisboa. "A intenção é reabilitar, conservando o património. A intenção não é destruir nem o património, nem a história, nem a cultura numa zona da cidade de Lisboa que há muito tempo merece que se multipliquem iniciativas semelhantes", salienta a empresa.'

Bom dia!


Só comigo!

Da fama de que viagem minha sem 'aventura' pelo meio, não é viagem, já vem de longe.
E esta ultima não foi excepção! 
Correu tudo muito bem, como planeado, não fosse o telemóvel ter decidido rencaminhar (questão pior esclarecer) chamadas para outro receptor... E o pessoal da segurança do aeroporto de Frankfurt fazer greve!
Pois, e sobre as consequências da greve muito há a dizer. 
E para que não pensem que só em Portugal é que a informação é distorcida, que não existe, o exemplo da Alemanha.
De manhã, a informação era de que os ovos internos haviam sido cancelados. Colegas pegam em carros de aluguer e metem-se ao caminho até Frankfurt. 
Pelo caminho, a informações de que o aeroporto está fechado!
Chegamos ao aeroporto. Estava aberto... E não havia voos... a sair de Frankfurt!
Conclusão: quem fez meio milhar de quilômetros até Frankfurt, fê-lo em vão! Apesar de, por exemplo em Hanôver, não confirmarem voos, eles acabaram por sair e, terem ligação para os outros destinos, pois o problema era com a segurança e só quem tinha que embarcar é que não o podia fazer!

Uma noite em Frankfurt, num hotel manhoso, no meio do nada, longe do aeroporto... Enfim. Aventura!
Salvou a noite, o facto de estarmos seis, de termos mantido a boa disposição e assim o tempo ter passado de uma forma melhor!

E, como é nestas alturas que temos montes de coisas para fazer neste dia, que, achamos nós, não podemos falhar, que isto acontece!
Naquele dia todos tínhamos algo marcado para aquele fim de noite e , ou, Sábado de manhã!
Verdade, verdadinha! Todos tínhamos. Voo marcado! E não sabíamos!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Chuva, vento e frio... e tanta coisa fresca e linda à nossa espera...
Ai...


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Pois...

2014 está a ser a continuação do 2013. Se bem, que para mim será o memso, o que conta são os dias atrás uns dos outros e, esses têm sido sempre iguais a si próprios.

Sem tempo para nada, a não ser andar de lado para lado a apagar fogos, a recuperar tempo... e saúde perdidos.

O braço do L., o meu olho...
Não vou dizer que tenha corrido mal. O mal foi memso ter acontecido, o resto, é gerir da melhor forma.
Do braço, temos que levar com a letidão da recuperação que nos consome bastante tempo emtre fisioterapias e consultas.
Do olho, foi uma coisa assim tão de repente que nem deu para pensar no que aconteceu. E, graças a Deus, a recuperação foi tão pacifica, que deu para brincar com o assunto.
Se bem que agora uma lente de contacto anda aqui a fazer braço de ferro com uma cicatriz, que, malandra, tinha que ficar no ponto onde alente acaba. Resultado: um olho vermelhusco, que obriga a descanso de lentes durante a noite e a uso de óculos de vez em quando. Mas como não é nada de definitivo, faz-se sem stress. Que esteja a lente e a cicatriz tenham chegado a um consenso antes da chegada do sol.
Pois, por falar nele, por onde andará? Já não lhe ponho o olho em cima desde de 2013! Malandreco!

O trabalho. Esse tem sido muito e duro. Violentos os dias. às 8h já estou sentada no café a tomar o pqequeno-almoço, enquanto o L. está na sua sessão de fisioterapia, que dura duas longas horas! Para mim, que a partir da primeira meia hora já não sei o que fazer, e para ele que são exercícios non-stop!
Feito isto, é ir o mais rapidamente possivel para o trabalho, que fiel que me é, espera por mim e dar-lhe seguimento até... às 21h30, como foi o caso de ontem!

E o pior é que este horário louco começou no segundo dia de JAneiro e está para durar!

E que nos aguentemos os dois, pois temos que nos amparar um ao outro ( parecemos dois velhinhos!) para que possamos chegar a bom porto sãos e salvos!

Deixemo-nos agora de lamechices. Quero ir ver as coisas lindas de Verão!


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Sem Casa para Tanto- Novidades

E vejam só as novidades para o próximo BUM, já no próximo Sábado.






Visitem-nos na nossa página, Sem Casa para Tanto,Ou no nosso grupo, onde também podem publicar anúncios: Sem Casa para Tanto (Grupo)- Vendas

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Que vestir hoje?

Bom dia,
Antes de mais, o meu olho está praticamente curado. Na passada sexta-feira tirei os pontos e o vermelh(ã)o já só em fotos.

As minha visitas aqui pelo blog tem sido poucas. As milhentas coisas para e. Fazer nao são desculpa. Sim, é a maior desculpa que grande parte das pessoas, onde eu estou incluída, usam para (quase) todas as ausências. Neste caso, e como em muitos outros a razão será outra. Ando sem vontade! 
Estou cansada das pessoas, de lamechices, de pessoas com o que eu chamo de ' síndrome de Calimero'. Pessoas em cima de quem, e só delas, vai cair o mundo, a quem vai acontecer uma grande desgraça, que não fazem por causa dos outros, porque são umas desafortunadas (existe a palavra?)... enfim!
E o pior é que com essas conversas acabam por ter, fazer, conseguir o que querem sem o menor esforço e quando olhas em volta delas ... é só otários! Caíram que nem uns patinhos! Sem que nada lhes fosse pedido fizeram, deram, foram. 
Esta forma, dissimulada, de obrigar os outros, a fazer as coisas, é do mais enervante que existe. É que, no meu caso, quando acordo fico num estado tal de nervos que só me apetece ... partir tudo!
Pior ainda, é quando um 'desgraçado' se apercebe do jogo, o denúncia e fica remetido a um canto quase a ser queimado em fogueira pública que nem uma Joana d'Arc!  Ter razão a notes do tempo é lixado!

E, pronto, decidi desligar-me de certas e determinadas pessoas e situações e remeter-me a outras coisas, que fúteis que sejam, sempre preservam a minha sanidade mental! 

Como é bom acordar e ter como primeiro pensamento: 'que vou vestir hoje?!'... é uma chatice! Egoísta, eu? Não, a proteger-me e a viver a minha vida, a não deixar que outros a usem... é minha!!!!!!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Modo 'coelhinho francês'

E a cirurgia já foi. Correu bem, sem dor durante e após.
O único vestígio do acontecido é um olho mega vermelho, que tem vindo a melhorar de dia para dia. 
No primeiro dia parecia mesmo o olho de um daqueles coelhos franceses que a minha tia tinha no quintal. Eram todos brancos, enormes e com os olhos vermelhos.

Quanto à cirurgia em si, o nervosismo era pouco. Era maior a ansiedade e apreensão sobre como seria a minha reação. Tudo novo para mim. Habituada a estar do outro lado, como acompanhante, o que é completamente diferente!

A confiança no médico e no pessoal auxiliar, deu-me uma grande dose de confiança. O estado de espírito pôs-me a falar por sete cotovelos e foi tal a animação durante a cirurgia que no fim as palavras da enfermeira para o L, foram: lá dentro foi uma animação!

A minha preocupação era de como iria manter o olho aberto e quieto, principalmente! 
Vi tudo, ia perguntando ao médico o que estava a fazer e ele ia respondendo. 
Dez minutos rápidos... Sim, mesmo sendo uma cirurgia e uma situação menos favorável, passaram bem rápido! 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A cair a ficha

A ficha começa a cair.
A menos de 24h, as duvidas começam a surgir e a insegurança a sentir-se.
Neste momento estou a precisar de me isolar, de tempo para pensar só em mim, no que vou fazer e no que vai acontecer de seguida.
Mas não, há um número consideravel de condicionantes, que dos otros eu demitiria de se preocuparem, mas que comigo não me posso demitir.
Eu sabia que ia ser assim. Assim que surgisse algo do género com a minha pessoa , só me teria a mim!
Até hoje consegui contornar isso, mas agora não é mais possível. O médico não me deixa conduzir no dia da cirrugia.
50 km separam a minha casa da clinica. Oh God!

Bem, vou pensando na solução. Será uma forma de não pensar no momento em que estiver naquele bloco operatório.

Tenho medo de entrar em pânico e não controlar os nervos!

UFF!!!!!!!!!!!!!

  

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Lindo caminho...

Novembro ida ao oftalmologista.
Diagnóstico: precisa de óculos.
Solução: lentes progressivas ou lentes de contacto.
Escolha pela segunda.
Senão: se não se der com as lentes no primeiro minuto, é para esquecer. São progressivas e acabou. Óculos para sempre... quase, o 'sempre' é utopia, né?

Adaptação mais que perfeita às lentes de contacto.

Dois meses depois, olho vermelho, ardor persistente.

Ida ao médico, quase a correr.

Diagnóstico. uma porcaria de uma dita cuja com um nome esquisito, que mais não é que uma gordura ou um sinal, whatever, alastrou e com a lente a roçar, inflamou e... é isso.

Solução: tirar, ou deixar ficar.
E se tirar volta a nascer? Sim, daqui a dez, vinte anos...
E se não tirar?
Nãoa contece nada SE não usar lentes de contacto.

Ok, vamos tirar.
Ok, quinta-feira.
E pronto, anda aqui uma pessoa de óculos, a deixá-los em tudo que é sitio (é que felizmente não são asimmm tãooo precisoss), com cirurgia ( que exagero) marcada para quinta-feira!

E depois?
Vou poder conduzir a seguir?
Depende, se ficares muito tonta ou não.
Ok, bora lá, havemos de chegar a casa... afinal só me tenho a mim! Contra factos não há argumentos!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Ao que nós chegamos...

Isto é muito violento. Uma pessoa acorda de noite, sai de casa de noite e, pior que isso, quando entra na estrada, no centro da cidade, tudo às escuras... sensação de ter regredido no tempo um século em que tudo era escuro como breu! O pior é que esta imagem de regressão não é só na iluminação. Cada dia que passa um sinal de regressão, de sensação de que tudo que o nosso país evoluiu ao longo das últimas décadas está a ser arruinada em três tempos por meia dúzia de meninos que andam a brincar aos governos, quando nem uma casa sabem (têm) que governar, pois os catões deles nunca devem ter tido problemas de saldo!
Fiquei mesmo deprimida com o cenário, até esqueci a chuva, a hora e o vento!

Quando é que isto acaba?!