terça-feira, 12 de maio de 2009

Chegar atrasado dá nisto!

Um velho padre foi a um jantar de despedida pelos seus 25 anos de trabalho ininterrupto à frente da Paróquia.

Um importante político da região e membro da comunidade, convidado para entregar o presente e proferir um pequeno discurso, atrasou-se.

O sacerdote decidiu proferir umas palavras e disse:

«A primeira impressão que tive da paróquia decorreu da primeira confissão que ouvi :
A primeira pessoa que se confessou disse-me que tinha roubado um aparelho de TV, tinha roubado dinheiro aos seus pais, tinha roubado a firma onde trabalhava e tivera aventuras amorosas com a esposa do patrão.
Dedicara-se ainda ao tráfico de drogas e até tinha transmitido uma doença à própria irmã.

Fiquei assustadíssimo... Pensei que o bispo me tinha enviado para um lugar terrível.
Mas fui confessando mais gente, que em nada se parecia com aquele homem...
Constatei a realidade de uma Paróquia cheia de gente responsável,com valores, comprometida
com a sua fé.
Vivi aqui os 25 anos mais maravilhosos do meu Sacerdócio.»

Neste momento, chegou o político.

O padre passou-lhe então a palavra.
O político, depois de pedir desculpas pelo atraso, disse:

«Nunca vou esquecer o dia em que o sr. padre chegou à nossa Paróquia.
Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a confessar-me!»

Moral da história: NUNCA SE DEVE CHEGAR ATRASADO

2 comentários:

Alberto Velez Grilo disse...

Eu NUNCA me atraso.

E até tenho um avida preenchida.
O atraso é um mau hábito, não é falta de tempo.
Há quem pouco faça e que se atrase sempre.

Abaixo os atrasados...

Ricardo disse...

Gostei dessa história, espero que seja mesmo história.

Pois é verdade, eu detesto chegar tarde, quando isso acontece prefiro já não ir.

Não há nada mais bonito do que ser pontual.