terça-feira, 11 de maio de 2010

Terça, Flashback VII (Mãe, Pai, Avó, Marido, Colegas, Tudo e Nada! )

Há coisa, que mesmo previstas, quando acontece, achamos sempre que são depressa demais e ficamos com a sensação de estar num parque de diversões numa daquelas montanhas russas, que nos provoca todas as emoções, menos a que seria desejada num sítio destes: a diversão.
Nãome estou a divertir muito com os acontecimentos... nem agora, nem na época em que escrevi este post.

A minha Mãe igual a ela. A minha Avó, mesmo depois de partir, continua a ser uma pedra no sapato dela, por outros motivos, agora. Do, e com o meu Pai continua a rezingar. Ao colesterol alto, agora juntou os óculos com lentes progressivas às quais não se consegue adaptar e das quais já reclamou três vezes... que eu saiba! As conversas ao telefone sobre o mesmo... fosse uma gravação e ninguém percebia.
Os meus parceiros aqui da empresa continuam eles mesmos, as birras de criancinha ainda não passaram... e tenho dúvidas quanto a isso. É que nos adultos o mimo é directamente proporcional ao salário e à posição social. Dinheiro e posição, fá-los sentirem-se com o direito de (tentar) esmagar quem deles se acercar, da mesma forma que se espezinha um cigarro!
O marido esse, em luta com a razão e a emoção, para tomar uma decisão sobre uma operação que é inevitável. Ele já viu há muito, mas não quer ver. Entretanto o síndrome de Calimero instalou-se nele e quem tiver paciência que o ature... a ele e à mãe dele!
O banco, esse portou-se bem, aliás, não se portou mal. Há bancos a portarem-se bem? Claro que não!

E pronto, eu cá tento manter os meus níveis de razão, emoção, calma.
Está a ser difícil, mas como não é impossível, eu cá vou sobreviver... e depois disso hei-de viver... que é para o que se está por cá: para viver a vida!

E, como era isto um flash back, que deveria ter sido publicado Às 14h00, resta-me perguntar ao meu grande amigo:
E você Alberto, qual o seu Flashback desta Terça?
(como se eu já não soubesse! Atrasadinha...)


De repente parece que uma avalanche vai cair sobre mim!

A minha mãe com os nervos à flor da pele por causa da minha avó, o meu pai também uma pilha de nervos por ver a minha mãe neste estado.
Eu... ainda hoje tive de ouvir a mesma história pela enésima vez: a minha avó isto, o meu pai aquilo, e porque foi ao médico, e porque o colesterol está alto... mas demora a baixar... só lá para o Natal... ah mas no Domingo levo-te a carpete... já não é a castanha, é a floreada... mas lava-a tu aí com a máquina!

Tudo isto tal e qual assim, de rajada depois de um dia de cadela a aturar um grupo de pessoas que se dizem gestoras com altos cargos... pelo menos nos salários, a fazer birras de miúdo da escola! É tipicamente como a canalha da escola: é preciso algo, mas um não leva e o outro não vai buscar... um não pode e outro não tem temo... aqui há um terceiro que não concorda e um quarto que cruza os braços e não faz nada enquanto o problema não estiver resolvido!
É dose!

Ainda falta o marido que, com todas as limitações que tem, ainda se acha o maior e melhor da rua dele e faz, aliás tenta, os outros sentirem-se os seres mais insignificantes do planeta!
Depois temos os colegas da Alemanha que de manhã querem preto e à tarde já querem branco... no dia seguinte já não querem nada para no fim quererem tudo e mais alguma coisa! Ainda falta o banco que se lembrou de me descontar a mais 1000 euros num cheque que eu passei! Razão! Qual é o problema? Já não está reposta a situação?... Não se passou nada... foram só umas horas de preocupação e perdidas a resolver o problema!

Bom, respira fundo, conta até 10 e, só acontece o que tu quiseres que aconteça, não e? Pois assim seja: a tua mãe vai acalmar, o teu pai também, os senhores poderosos com birra de criança vão-se resolver e os teus colegas da alemães vão-se decidir... ao mais que não seja porque a Alemanha ganhou à Turquia... para grande tristeza minha!

A solução mesmo é serenidade e por o mundo a girara à nossa volta... tal como faz a D. Duluvina há 92 anos com grande sucesso! Haja saúde e... uma grande dose de serenidade... os nervos são maus conselheiros... não resolvem problemas... são mais um!

Ufa, esta foi de rajada... tipo telefonema da minha mãe... hoje estive com ela ao telefone 13 minutos ( que escândalo, já contabilizo o tempo que estou ao telefone com ela!) e pareceram 30! Ela está mesmo mal e eu sem paciência!

Como diria o meu amigo: Cést la vie, como diz o Alemão!

1 comentário:

outsider disse...

Tenha calma. Tudo se resolve.