sábado, 6 de dezembro de 2008

O Pai Natal


Esse sim, existiu de verdade. Viveu há dezasseis séculos na Europa e chamava -se Nicolau. Ajudava quem estivesse em dificuldades financeiras. Transformou-se em símbolo natalício na Alemanha, onde a sua figura foi associada às crianças, para quem distribuia presentes.
Na Holanda, ele era Sinterklaas e chegou à América com os holandeses. Por isso é chamado de Santa Claus.
Em 1822, Clemente C. Moore fez o poema A Noite da Véspera de Natal, onde descreve:

"...um senhor feliz, vestido em roupas de pele e trazendo um saco cheio de brinquedos. Sua barba era branca como a neve, suas bochechas e seu nariz, rosados como uma cereja e sua barriga, mole como geleia."


Pai Natal apareceria, 58 após a publicação do poema, na capa da revista Harper's Weekly. Só que as ilustrações eram em preto-e-branco. O vermelho se tornaria a cor oficial da sua roupa em 1931, devido a uma campanha publicitária para a Coca-Cola.

4 comentários:

Alberto Velez Grilo disse...

Pois é, e ainda há quem não acredite no Pai Natal

Reflexos disse...

Mais que não seja na Coca Cola ;-)))

Ricardo disse...

Pois o Pai Natal existiu mas já não existe.
Quer dizer o Pai Natal existe, porque uma vez no ano nós todos somos pais natais, porque gostamos de oferecer prendas às pessoas que mais gostámos, e além disso, gostamos de ver as crianças contentes como também os adultos é por isso que passamos por três fases, a 1.ª é o acreditar no Pai Natal; 2.ª o não acreditar no Pai Natal e a 3.ª e última é quando somos o Pai natal.

Reflexos disse...

Pois é Ricardo, são as fases da vida!
Mas é tão bom acreditar...